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	<title>escutatória &#8211; Comunicação Produtiva</title>
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	<description>Escutat&#243;ria Do It</description>
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	<title>escutatória &#8211; Comunicação Produtiva</title>
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	<item>
		<title>Assista a palestra da Pauline Charoki na PUC-SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pauline Charoki]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 19:25:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escutatória]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação assertiva]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação não violenta]]></category>
		<category><![CDATA[empatia assertiva]]></category>
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					<description><![CDATA[ASSUNTO da PALESTRA &#8211; Fono em Foco no dia 21/08/2024 na PUC- SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) As chaves da empatia assertiva para mais engajamento e produtividade O que foi abordado: O que precisa saber e desconstruir: Quais paradigmas precisamos quebrar nos nossos relacionamentos e comunicação? Por que não escutamos? Como escutamos em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">ASSUNTO da PALESTRA &#8211; Fono em Foco no dia 21/08/2024 na PUC- SP (<b>Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)</b><br />
As chaves da <strong>empatia assertiva</strong> para mais <strong>engajamento</strong> e <strong>produtividade</strong></p>
<p dir="ltr">O que foi abordado:</p>
<ol>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">O que precisa saber e desconstruir:<br />
Quais paradigmas precisamos quebrar nos nossos relacionamentos e <strong>comunicação</strong>? Por que não escutamos? Como escutamos em geral?</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">O que precisa reaprender e qual caminho:<br />
Inteligência emocional, autorresponsabilidade, os 4 passos da investigação da <strong>Comunicação não violenta</strong> (CNV)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Como transformar palavras em ação?<br />
Quais são as fontes de autoridade, como exercer uma liderança transformacional em um mundo VUCA e BANI, a <strong>escutatória</strong> como meta competência para mais engajamento e produtividade, como ser empático e assertivo ao mesmo tempo, dica de comunicação produtiva.</p>
</li>
</ol>
<p dir="ltr">Sobre a importância desse tema:</p>
<p dir="ltr">Hoje e principalmente para sua carreira, conhecer e praticar as técnicas da escutatória (que vão além da escuta ativa) representam uma das habilidades mais procuradas e valorizadas. Isso porque o mundo está carente de pessoas e organizações que saibam escutar, lidar com opiniões diferentes e partilhar novas realidades. Escutar conecta e abre espaços de criatividade, autenticidade e liberdade!</p>
<p>Nesta palestra, a Pauline Charoki traz consciência sobre o que nos impede de escutar e nos comunicar de forma produtiva, mostra o caminho para desenvolver essa soft skill catalisadora de engajamento e produtividade e, por fim, dá dicas valiosas para transformar palavras em ação.</p>
<p dir="ltr">Um momento provocador, disruptivo e motivacional para transformar sua jornada como profissional e pessoa!</p>
<p dir="ltr">Sobre a palestrante:</p>
<p dir="ltr">Pauline Charoki, francesa, mestre em direito, educadora e empreendedora. Nasceu na França e está no Brasil há 17 anos. Dirigiu durante 12 anos um instituto de formação acadêmico e profissional, onde liderou mais de 150 pessoas e formou milhares de alunos.</p>
<p>Com essa bagagem e através de cursos, estudos e vivências na França e no Brasil, se formou em Inteligência relacional, ensinando temas como: Comunicação Não Violenta (CNV), Escutatória, Comunicação produtiva, Liderança, Feedbacks, Negociação e Gestão de conflitos.</p>
<p dir="ltr">Atualmente, Palestrante, Professora da disciplina Escuta estratégica e Empatia assertiva na <span class="il">PUC</span> Minas e Instrutora de treinamento corporativo da Do It, instituto focado em escutatória e liderança humanizada e transformacional.</p>
<p dir="ltr">ACESSE AQUI: <a href="https://www.youtube.com/live/UwyGfp2txhg">https://www.youtube.com/live/UwyGfp2txhg</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Descubra uma parte da apostila do treinamento em Escutatória</title>
		<link>https://escutatoria.com/escutatoria/descubra-uma-parte-da-apostila-do-treinamento-em-escutatoria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pauline Charoki]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 15:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escutatória]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação assertiva]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação não violenta]]></category>
		<category><![CDATA[empatia assertiva]]></category>
		<category><![CDATA[escuta ativa]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão de conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[negociação]]></category>
		<category><![CDATA[oratoria]]></category>
		<category><![CDATA[segurança psicológica e confiança.]]></category>
		<category><![CDATA[storytelling]]></category>
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					<description><![CDATA[Decidimos compartilhar as 4 primeiras paginas da nossa apostila que norteia a primeira parte do treinamento em Escutatória e padrões de linguagem produtivos e colaborativos, as primeiras 6h de treinamento que oferecemos para profissionais, lideres, Claves, vendedores e até pais e educadores. CLIQUE ABAIXO E BAIXE SUA APOSTILA: Trecho Apostila Escutatória Aproveite a degustação e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Decidimos compartilhar as 4 primeiras paginas da nossa apostila que norteia a primeira parte do <strong>treinamento em Escutatória e padrões de linguagem produtivos e colaborativos</strong>, as primeiras 6h de treinamento que oferecemos para profissionais, lideres, Claves, vendedores e até pais e educadores.</p>
<p><strong>CLIQUE ABAIXO E BAIXE SUA APOSTILA:</strong></p>
<p><a href="https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2025/02/apostila_escutatoria_trecho.pdf">Trecho Apostila Escutatória </a></p>
<p>Aproveite a degustação e te convidamos a nos seguir nas redes sociais e levar este conteúdo inédito na sua empresa!</p>
<p>As técnicas do treinamento abrangem os seguintes temas: Inteligência emocional, comunicação assertiva, empatia assertiva, escuta ativa, escutatória, negociação, feedback, storytelling, comunicação não violenta, gestão de conflitos, liderança, oratória, segurança psicológica e confiança.</p>
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		<item>
		<title>O livro que norteia nossos treinamentos: Escutatória do Thomas Brieu</title>
		<link>https://escutatoria.com/uncategorized/o-livro-que-norteia-nossos-treinamentos-escutatoria-do-thomas-brieu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pauline Charoki]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 15:13:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escutatória]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[#padrõesdelinguagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[escutatória]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem alves]]></category>
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					<description><![CDATA[Esse livro é o resultado de mais de 20 anos de atuação, centenas de treinamentos e uma pesquisa sobre padrões de linguagem colaborativos. Em um mundo onde todos querem falar e poucos sabem ouvir, a habilidade de fazer com que o outro se sinta escutado faz de você uma mãe, um pai, uma pessoa ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="2154" class="elementor elementor-2154" data-elementor-post-type="post">
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							<figure id="attachment_2162" aria-describedby="caption-attachment-2162" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-2162" src="https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2024/11/livro-300x217.png" alt="livro escutatória, Thomas brieu " width="300" height="217" srcset="https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2024/11/livro-300x217.png 300w, https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2024/11/livro.png 647w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-2162" class="wp-caption-text"></strong> <strong>padrões de linguagem colaborativos e técnicas de escutatória, Thomas Brieu</strong></figcaption></figure><p>Esse livro é o resultado de mais de 20 anos de atuação, centenas de treinamentos e uma <strong>pesquisa sobre padrões de linguagem colaborativos</strong>. Em um mundo onde todos querem falar e poucos sabem ouvir, a habilidade de fazer com que o outro se sinta escutado faz de você uma mãe, um pai, uma pessoa ou um profissional diferenciado.</p><p>Este livro nos convida para uma jornada inédita, onde a poderosa combinação do conceito pioneiro de &#8220;<strong>prova de escuta</strong>&#8221; com um <strong>repertório de perguntas</strong> cuidadosamente formuladas permite conjugar escuta com foco, abertura nas ideias e firmeza no objetivo, determinação com empatia, coragem com vulnerabilidade.</p><p>Thomas Brieu, com sua experiência e sensibilidade, da vida ao conceito de &#8220;escutatória&#8221; criado por <strong>Rubem Alves</strong> e oferece insights valiosos e inspiradores para ajudar você a identificar os vilões da sua <strong>comunicação</strong> e adotar padrões de linguagem colaborativos para reaprender a falar de forma a ser escutado, tanto presencialmente quanto remotamente.</p><p>A &#8221;bíblia&#8221; da escutatória que oferece ferramentas praticas e exemplos reais para engajar, negociar, argumentar, lidar com resistências e manipulações conduzir feedback e incentivar conversas corajosas. Fazendo com que as pessoas se sintam ouvidas, reconhecidas, promovendo um ambiente de confiança e cooperação.</p><p>Pode adquirir seu exemplar <a href="https://loja.h1editora.com/produtos/escutatoria-livro/">AQUI</a>, ou ganhar no âmbito de um treinamento corporativo.<br />Que tal organizar juntos esse treinamento?!</p>						</div>
				</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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			</item>
		<item>
		<title>LIDERANÇA E COMUNICAÇÃO PRODUTIVA na CARSTEN SERVIÇOS E TRANSPORTES</title>
		<link>https://escutatoria.com/cases/carsten/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[mfaccin08]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 16:07:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[assertividade]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação produtiva]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[escutatória]]></category>
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		<category><![CDATA[liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[Relato e avaliação do treinamento em liderança e comunicação produtiva na Carsten ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[</p>
</p>
<p><strong>AGOSTO 2023- BAURU-SP</strong></p>
<p>CARSTEN SERVIÇOS E TRANSPORTES, Empresa fundada em 1997, atua no Setor de Transporte terrestre em caminhão, está localizada em Agudos/SP, possui mais de 500 empregados e entre suas Especialidades está o Transporte de Carga, Logística, Distribuição, Distribuição Urbana, Frota dedicada, Transporte de &#8220;ponto a ponto&#8221; e Inteligência Logística.</p>
</p>
<p>A empresa conta com uma trajetória de empreendedorismo e muita inovação. Sendo reconhecida pela eficiência em suas operações e pela parceria sólida e de confiança com os clientes, além do pioneirismo em práticas sustentáveis no segmento do transporte no país. </p>
<figure id="attachment_2041" aria-describedby="caption-attachment-2041" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-2041 size-full" src="https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2024-01-30-at-14.53.19.jpeg" alt="equipe carsten com a instrutora e palestrante pauline charoki" width="1280" height="1088" srcset="https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2024-01-30-at-14.53.19.jpeg 1280w, https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2024-01-30-at-14.53.19-300x255.jpeg 300w, https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2024-01-30-at-14.53.19-1024x870.jpeg 1024w, https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2024-01-30-at-14.53.19-768x653.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption id="caption-attachment-2041" class="wp-caption-text">treinamento soft skills</figcaption></figure>
</p>
<h2><strong>Depoimento da Instrutora Pauline Charoki: </strong></h2>
</p>
<p><em>Eu tive um enorme prazer em desenvolver a escutatória e comunicação produtiva dos líderes da</em><a href="https://www.linkedin.com/company/carstenservicos/"><em> Carsten Serviços e Transportes</em></a><em>.</em></p>
</p>
<p><em>Introduzi também alguns conceitos de Comunicação Não Violenta (CNV) para transformar o clima organizacional, gerar confiança, empatia e colaboração.</em></p>
</p>
<p><em>Foram 2 dias intensos de ensinamentos e dinâmicas que ajudaram a equipe a mudar imediatamente os padrões de linguagem para mais conexão e assertividade na comunicação. </em></p>
</p>
<p><em>O desafio maior da empresa era fortalecer a relação com os motoristas e caminhoneiros, bem como com os clientes. Um outro desafio era melhorar a comunicação interna para mais produtividade e agilidade. </em></p>
</p>
<p><em>Ao finalizar o treinamento a percepção foi que, o time saiu muito conectado e empoderado com ferramentas novas, altamente eficientes e aplicáveis imediatamente. </em></p>
</p>
<p><em>Agradeço o happy hour agradável no final do dia. Me senti acolhida, reconhecida pelo meu trabalho e pela minha contribuição. Para mim, foi um momento leve, divertido e ao mesmo tempo intenso e emocionante vendo a transformação de cada membro da equipe, presenciando os insights do CEO </em><a href="https://www.linkedin.com/in/rennancarsten"><em>Rennan Carsten Laurentino</em></a><em> que escreveu a seguinte recomendação no Linkedin: “Profissional excelente! Conduz os treinamentos de forma dinâmica, com clareza e sabedoria. Se conecta com o time de uma forma surpreendente”.</em></p>
</p>
<p><em>Mais treinamentos estão previstos em 2024:</em></p>
</p>
<ul class="wp-block-list">
<li style="list-style-type: none;">
<ul></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><em>nível 2 para time de liderança com foco em conversas produtivas e feedbacks; </em></li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><em>para o resto da equipe Carsten em outros estados do Brasil;</em></li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><em>para novos colaboradores em Bauru.</em></li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<p>NPS (Net Promoter Score) <em>(Total de promotores – Total de Detratores) / Total de respondentes (30– 0) / 30 = 100% &#8211; </em>Média: 9.90</p>
</p>
<h2><strong>Perguntas respondidas pelos participantes:</strong></h2>
</p>
<h3><strong>1. O que você achou do Seminário?</strong></h3>
</p>
<ul class="wp-block-list">
<li style="list-style-type: none;">
<ul></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Victor Laurentino: Inovador. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Tatiana Souza: Muito enriquecedor. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Claudia Sargoneli: Achei ótimo. Enriquecedor! </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Caires Laurentino: Excelente </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rennan Carsten Laurentino: Inspirador! Com muita clareza nas práticas e didática leve e fácil para os níveis. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Valdinei de Paula: Sensacional, com sua experiência nos mostra que podemos ter uma comunicação diferenciada. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Diego Correia da Silva: Muito bom, energia positiva.  </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Rosa: Muito produtivo. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Douglas de Lima Carneiro: Muito bom. Pude ver de fato o quanto é possível melhorar em nossa comunicação e alcançar grandes resultados.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Nathalia Canamo: Muito bom, nos fez pensar em como nos posicionarmos diariamente em nossas atitudes.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Silvio B Ferreira: Achei incrível, meu mindset em relação à comunicação terá novos treinamentos. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Guilherme Venturini: Excelente para meu desenvolvimento profissional, onde preciso praticar com mais frequência o que foi ensinado. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: Excelente! Muito dinâmico e relevante. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Flavio Augusto Lazari Ayub: achei muito produtivo, irá me deixar mais confiante para novos conflitos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Olivetto de Melo: Ótimo! Despertou palavras e momentos, onde devemos colocar melhor na comunicação.  </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Alzani: Excelente! Muito produtivo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Matheus Lucas Moraes da Silva: Excelente!</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rodrigo Alves Moreira: Achei incrível! Acredito que irei melhorar e utilizar muito no meu dia a dia.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Beatriz Laurentino: Muito bom! Agregou muito!</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Luciano Lopes Ribeiro: Excelente!</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Natália Bernardino: Muito produtivo e esclarecedor.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Julio Cesat T Luis: Extremamente válido para o nosso dia a dia profissional e pessoal.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Marcos Vicentin: Gostei muito. A forma de conduzir/conectar uma abordagem com a próxima.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Renato Cesar Rodrigues: Deslumbrante.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Victor Luiz Saunite: Incrível, agregou imensamente recursos para o nosso dia a dia.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Andressa Machado: Foi enriquecedor saber como se posicionar em relação ao outro e ter argumento em uma negativa.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Miele Cristina Santos: Foram 8 horas de muito conhecimento, abordando assuntos que são diários, porém de uma forma inovadora em meu conceito de pensar e agir.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Priscila Rodokas Barbosa: Prazeroso, agregou em todo período para realizar no meu dia a dia. As palavras têm poder sobre nós.  </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Emanuel Teodoro: Deslumbrante! De fato, podemos adquirir muito conhecimento para aplicar na vida profissional.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Claudia Friedberger: ótimo! Assuntos e instruções que eu nunca tinha ouvido. Bem dinâmico também. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<h3><strong>2. O que você diz sobre a condução/abordagem do instrutor?</strong></h3>
</p>
<ul class="wp-block-list">
<li style="list-style-type: none;">
<ul></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Tatiana Souza: Bem clara.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Victor Laurentino: Muito impactante de uma forma leve e clara. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Claudia Sargoneli: Muito boa, domina o assunto e boa condução. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Caires Laurentino: Clara e objetiva. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rennan Carsten Laurentino: Soube conduzir de forma prática e precisa, abordando temas óbvios de uma forma totalmente diferente. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Valdinei de Paula: Segurança e clareza.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Diego Correia da Silva: Condução espetacular, mostra a aplicação, conhecimento do assunto abordado e de maneira fácil para entendimento. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Rosa: Muito técnico, sabe o que fala e faz. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Douglas de Lima Carneiro: Muito clara e dinâmica. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Nathalia Canamo: Excelente, muito conteúdo de forma clara e leve. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Silvio B Ferreira: Sensacional, de uma clareza e leveza. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Guilherme Venturini: A Pauline tem comunicação clara e objetiva fazendo com que o treinamento tenha fácil interpretação. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: Com muita clareza!</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Flavio Augusto Lazari Ayub: A Pauline soube realizar o treinamento muito bem, demonstrou domínio do assunto.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Olivetto de Melo: Ótima, objetiva e direta.  </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Alzani: Fácil e dócil</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul class="wp-block-list">
<li style="list-style-type: none;">
<ul></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: Com muita clareza</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Matheus Lucas Moraes da Silva: Muito boa! Fácil aprendizagem. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rodrigo Alves Moreira: Excelente! Dinâmica, explica tudo com muita clareza.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Beatriz Laurentino: Excelente!</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Luciano Lopes Ribeiro: Maravilhoso!</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Natália Bernardino: Maravilhosa! Conduz com excelência. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Julio Cesar T Luis: Condução extremamente clara e objetiva.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Marcos Vicentin: Conduziu muito bem. Utilizou de novas ferramentas para fazer todos participarem, o que faz toda a diferença.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Renato Cesar Rodrigues: Conduz de forma clara e bem explicativa.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Victor Luiz Saunite: Domínio extremo do assunto abordado.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Andressa Machado: Foi muito envolvente, conduziu o treinamento de uma forma que todos participaram.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Miele Cristina Santos: A abordagem pelo fato de ter dinâmica ajudou a não ser exaustivo, e a condução da instrutora foi muito agradável. </li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Priscila Rodokas Barbosa: Ótima, clara e muito assertiva. O modo que conduz o treinamento ficou muito claro.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Emanuel Teodoro: Abordagem e condução com muita propriedade do tema e de fácil entendimento.</li>
</ul>
</li>
</ul>
</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Claudia Friedberger: Ótima, muito atenciosa, sabe muito bem do assunto.
<p><strong>3. O que mais chamou a sua atenção?</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ol start="3">
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</li>
</ol>
<ol start="3">
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</ol>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><!-- wp:list-item --></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Tatiana Souza: A parte prática. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Victor Laurentino:  A forma que conversamos com as pessoas. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Claudia Sargoneli: Como gerar conexão e acolher o outro.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Caires Laurentino: A facilidade de poder entender o que se passa.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
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<ul><!-- wp:list-item --></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rennan Carsten Laurentino: Conseguiu falar com dados os temas necessários para a evolução de nossa empresa. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Valdinei de Paula: A forma de se comunicar. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Diego Correia da Silva: Palavras com interpretações assertivas e como utilizá-las. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Rosa: Todo o conteúdo e ver o tanto que temos que melhorar. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Douglas de Lima Carneiro: Saber o quão poderoso é uma comunicação assertiva. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Nathalia Canamo: A forma da abordagem, onde levou todos os participantes, sem a “obrigação” de ter que falar, deixou livre, a disposição e todos falaram. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Silvio B Ferreira: No domínio do assunto, além das aplicações na prática. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Guilherme Venturini: A explicação sobre acolhimento e as palavras corretas para o dia a dia.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: A forma que nos fez olhar para o nosso interior.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Flavio Augusto Lazari Ayub: Que não sabia dialogar corretamente e existem técnicas bem assertivas.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Olivetto de Melo: A de colocar o outro como protagonista.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Alzani: Habilidade nas colocações das informações.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: A forma que nos fez olhar para o nosso interior</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Matheus Lucas Moraes da Silva: A facilidade em nos conectar.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rodrigo Alves Moreira: Que podemos ser pessoas melhores sabendo se posicionar e falar da maneira correta com as pessoas.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Beatriz Laurentino: A dedicação e facilidade da ministrante em ensinar o conteúdo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Luciano Lopes Ribeiro: Toda informação e as histórias</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Natália Bernardino: A importância de se interessar pelo mundo do outro. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Julio Cesar T Luis: Chamou minha atenção o grau de conhecimento da instrutora sobre os temas abordados.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Marcos Vicentin: Que nem sempre precisamos usar das perguntas fechadas na comunicação. Temos muitas outras maneiras de nos comunicar e não ser agressivos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Renato Cesar Rodrigues: A abordagem das palavras e situações.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Victor Luiz Saunite: Como situações corriqueiras da rotina podem ter desfechos diferentes se respondido com inteligência. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Andressa Machado: Que se colocar no lugar do outro talvez não seja a solução e escutar e validar o que a pessoa sente. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Miele Cristina Santos: A forma e exemplos do meu dia a dia ser usado como recurso de aula, trazendo clareza no que é ensinado.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Priscila Rodokas Barbosa: A maneira de expressar e repassar todo conhecimento, de aprender o que na verdade significa empatia. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Emanuel Teodoro: O método e a facilidade de poder conduzir de forma clara e de fácil entendimento. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Claudia Friedberger: Assuntos abordados, interação com os participantes e a dinâmica.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:paragraph --></p>
<h3>4. <strong>O que achou das condições e dos recursos logísticos?</strong></h3>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
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<ul>
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<ul><!-- wp:list-item --></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Tatiana Souza: Ótimo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Victor Laurentino: Ótimo. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Claudia Sargoneli: Ótimo. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
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<ul>
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<ul>
<li>João Caires Laurentino: Top 10 </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rennan Carsten Laurentino: Excelente. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
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<ul>
<li>Valdinei de Paula: Fácil acesso. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Diego Correia da Silva: Ótimos, com o que aprendi hoje certamente conseguirei aplicar na empresa que trabalho.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Rosa: Vamos conseguir aplicar toda a aula em nosso dia a dia. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
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<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: Muito Bom, completo!</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
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<ul>
<li>Douglas de Lima Carneiro: Excelente. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
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<ul>
<li>Nathalia Canamo: Muito bom. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
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<ul>
<li>Silvio B Ferreira: Muito bons. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
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<ul>
<li>Guilherme Venturini: Estavam perfeitos, sem reclamação. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
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<ul>
<li>Flavio Augusto Lazari Ayub: Ótimo!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
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<ul>
<li>Ricardo Alzani: Bastante cirúrgico</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Matheus Lucas Moraes da Silva: Ótimos</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
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<ul>
<li>Rodrigo Alves Moreira: Muito produtivo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Beatriz Laurentino: Muito bom!</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Luciano Lopes Ribeiro: Muito bom!</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list --></p>
<ul>
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</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Natália Bernardino: Tudo perfeito</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Julio Cesta T Luis: Condições adequadas para a realização do seminário.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Renato Cesar Rodrigues: Ótimo!</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Victor Luiz Saunite: Excelente, sem nada a pontuar.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
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<ul>
<li>Andressa Machado: Foi tudo conforme, não houve divergências, estava dentro do esperado.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
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<ul>
<li>Miele Cristina Santos: Condições e recursos ótimos. Ambiente descontraído e o formato da sala auxiliou na interação do grupo. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
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<ul>
<li>Priscila Rodokas Barbosa: Totalmente favoráveis.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
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<ul>
<li>Felipe Emanuel Teodoro: Ótimo</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Claudia Friedberger: Ótimos<br />
<h3><strong>5. O que faltou? Quais as suas sugestões para melhorar este seminário?</strong></h3>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
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<li style="list-style-type: none;">
<ul><!-- wp:list-item --></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Tatiana Souza: Saque. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Victor Laurentino: Mais atividades dinâmicas. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Caires Laurentino: Para mim não faltou nada. Me surpreendeu. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Diego Correia da Silva: Vídeos durante a aplicação de exemplos para melhoria no entendimento. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Rosa: Não faltou nada. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: No momento nada a melhorar.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Douglas de Lima Carneiro: Achei completo. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Nathalia Canamo: Ter materiais de todos os temas, igual alguns tiveram para acompanhar e fazer anotações em tempo real. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Silvio B Ferreira: Não acho que tenha faltado algo. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Flavio Augusto Lazari Ayub: Não faltou nada.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Olivetto de Melo: Mais dinâmicas.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Alzani: Vídeos mais alusivos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Guilherme Venturini: Não faltou nada. </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Matheus Lucas Moraes da Silva: Talvez mais tempo, com mais dias, mais chance de aprendizado.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
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<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rodrigo Alves Moreira: N/A</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Beatriz Laurentino: A meu ver não faltou nada.</li>
</ul>
</li>
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<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Luciano Lopes Ribeiro: Nada. Tudo ótimo!</li>
</ul>
</li>
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<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Julio Cesat T Luis: Mais tempo, pois os temas abordados são excelentes para o dia a dia e com mais tempo poderíamos aprender mais.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Marcos Vicentin: acredito que não faltou nada. É uma experiencia única.  </li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Renato Cesar Rodrigues: Mais tempo para mais discussões sobre os assuntos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Victor Luiz Saunite: Sem nada a pontuar.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Andressa Machado: Acredito que é um treinamento completo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Miele Cristina Santos: N/A</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Priscila Rodokas Barbosa: Acredito que não faltou nada, foi agradável e enriquecedor.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Emanuel Teodoro: O tempo foi ideal</li>
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</li>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Claudia Friedberger: Mais tempo e passar para a empresa toda.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- /wp:list --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<h2><strong>Leia o artigo postado pela empresa no Linkedin</strong><strong>:</strong></h2>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/posts/carstenservicos_lideran%C3%A7a-carsten-activity-7097190917106745344-ni1A?utm_source=share&amp;utm_medium=member_desktop">https://www.linkedin.com/posts/carstenservicos_lideran%C3%A7a-carsten-activity-7097190917106745344-ni1A?utm_source=share&amp;utm_medium=member_desktop</a></p>
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		<title>Fazer empatia com as minhocas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2021 19:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[minhocas]]></category>
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		<title>Semana da Escutatória 100% online e gratuito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mfaccin08]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 12:12:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escutatória]]></category>
		<category><![CDATA[CNV]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
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		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[A 1ª SEMANA JÁ ACABOU E FOI UM SUCESSO. INSCREVA_SE PARA SER NOTIFICADO DA PROXIMA CLICANDO NO LINK: Aumente sua liderança natural, sua influência e ao mesmo tempo seja mais você mesmo! 1ª semana da escutatória com Thomas Brieu,e convidados especiais: Marcelo Girade, Leny Kyrillos, Milton Jung, Marc e Elisa Tawil, e Vilma Mendes,de 10 [&#8230;]]]></description>
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<p>A 1ª SEMANA JÁ ACABOU E FOI UM SUCESSO. INSCREVA_SE PARA SER NOTIFICADO DA PROXIMA CLICANDO NO LINK:</p>



<figure class="wp-block-embed-wordpress wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-thomas-brieu"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.brieu.com.br/curso/
</div></figure>



<p>Aumente sua liderança natural, sua influência e ao mesmo tempo seja mais você mesmo!</p>



<p>1ª semana da escutatória com Thomas Brieu,e convidados especiais: Marcelo Girade, Leny Kyrillos, Milton Jung, Marc e Elisa Tawil, e Vilma Mendes,<br>de 10 a 14 de agosto todo dias das 19 as 20 h. Serão 5 dias de conteúdo, reflexão e exercícios com nossos convidados especiais.</p>


<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1156" src="http://comunicacaoprodutiva.com.br/wp-content/uploads/2020/07/1era-semana-da-escutatória.png" alt="" width="1199" height="1179"></p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Como dar provas de empatia, mesmo a distancia, mesmo quando acho que o outro não merece&#8230;</title>
		<link>https://escutatoria.com/escutatoria/como-dar-provas-de-empatia-mesmo-a-distancia-mesmo-quando-acho-que-o-outro-nao-merece/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[mfaccin08]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2020 14:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escutatória]]></category>
		<category><![CDATA[curva de emoções; inteligência emocional; conversas difíceis; lidar com objeções; agressividade]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora em períodos de crise, seja natural sentir compaixão e empatia por aqueles que sofrem mais e, consequentemente, presenciemos frequentes cenas de cooperação, de generosidade, a tendência é que, nesses tempos de crise, haja mais demanda por empatia do que oferta de empatia. Usualmente definimos empatia como a habilidade de nos colocarmos no lugar do outro. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header id="extended-nav" class="extended-nav nav-main-container global-alert-offset-top is-loading-nav" tabindex="-1" role="banner" data-test-main-nav="">
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<p>Embora em períodos de crise, seja natural sentir compaixão e empatia por aqueles que sofrem mais e, consequentemente, presenciemos frequentes cenas de cooperação, de generosidade, a tendência é que, <strong>nesses tempos de crise, haja mais demanda por empatia do que oferta de empatia.</strong></p>
<p>Usualmente definimos empatia como a habilidade de nos colocarmos no lugar do outro. O problema é que essa definição nos coloca diante de dois paradoxos.</p>
<p>O primeiro é que a pandemia tem uma característica singular. Cada um de nós está vivenciando situações totalmente inesperadas, imprevisíveis e inéditas, não em termos da história humana e sim desta geração. Tratam-se de dramas, tragédias, oportunidades individuais que têm, como ponto em comum, o fato de acontecerem pela primeira vez.</p>
<p>Assim sendo como nos colocarmos no lugar do outro se nunca experienciamos algo semelhante? Como demostrarmos empatia de forma sincera e genuína sem que pareça <em>fake</em>? se pessoalmente não passamos, nem de longe, pela experiência do outro?</p>
<p>O segundo paradoxo é que a aplicação literal da definição não funciona quando precisamos dar provas de empatia uma vez que em absoluto, ninguém pode se colocar no lugar do outro e, quando alguém tenta fazê-lo, temos, não raro, a sensação de desconforto ou, até, de invasão de nossa individualidade. Isso ocorre porque <strong>empatia não é identificação</strong>. Empatia não é simpatia.</p>
<p>Por exemplo, quando ouço as expressões <em>“eu sinto que você&#8230;.” / “tenho a certeza de que você&#8230;” / “eu sei que você&#8230;.” / “como você já sabe</em>&#8230;.”, percebo-as como invasivas, porque aquilo que sinto e quero é algo muito íntimo e pessoal; consequentemente, uma voz interna responde: <em>“quem é você para sentir por mim, para ter certezas por mim, para saber por mim?”</em>. Bem assim, quando me dizem:<em> “entendo o seu ponto de vista&#8230;” / “compreendo o que você disse</em>&#8230;”, minha vontade é perguntar: <em>“o que você entendeu? dê-me uma prova de que compreendeu.”.</em></p>
<p>Da mesma maneira, quando aconselhamos, sem que o outro nos tenha pedido (<em>“se eu fosse você&#8230;”</em>), ou sobrepomos nossa história à do outro (“<em>eu</em> <em>também já passei por isso</em>&#8230;.”), corremos o grande risco de deixarmos de ser empáticos, porque assumimos o protagonismo, que deveria ser do outro.</p>
<p>Presenciei, até, uma situação infeliz em um hospital, relacionada a cuidados paliativos. A enfermeira, querendo demostrar empatia a uma mãe, que chorava, desesperada, porque estava perdendo o filho de 28 anos, com câncer, disse: <em>“se eu estivesse no seu lugar, já teria me matado&#8230;”</em>.</p>
<p>Reconheço que, em todos esses casos, existe a intenção empática de se colocar no lugar do outro, infelizmente a intenção não é suficiente na hora de dar provas de empatia.</p>
<p>A boa notícia é que nossa sensibilidade, neurônios espelhos e uma programação ancestral de nosso cérebro fazem com que, mesmo que nossos sentimentos não sejam exatamente os do outro, a situação deste nos afeta, não nos deixa indiferentes. O fato é que somos sensíveis as necessidades do outro e não custa nada acolher e reconhecer elas, nem que seja com palavras.</p>
<h2><strong>E então? Como dar provas de empatia que funcionem?</strong></h2>
<p>Primeiramente, sugiro adotar uma nova definição:</p>
<p><strong><em>“demostrar empatia é fazer com que o outro sinta que suas necessidades foram escutadas e acolhidas, embora nem sempre nos identifiquemos ou concordemos com elas”.</em></strong></p>
<p>Mesmo que o atendimento à necessidade do outro não esteja a nosso alcance, nem sempre dependa de um comportamento nosso, podemos, por meio da precisão e clareza de nossa fala e escuta, mesmo que à distância, dar-lhe provas de empatia, que costumam acontecer quando:</p>
<ul>
<li>Inspiramos antes de responder, além de mostrar que as palavras do outro estão ressoando em nós, é uma maneira de evitar respostas reativas;</li>
<li>adotamos uma postura de abertura física e mental; desenvolvemos nossa curiosidade, interessando-nos genuinamente pela visão alheia; fazendo perguntas abertas, uma de cada vez;</li>
<li>acolhemos as palavras do outro como são, sem concordar nem discordar. Através de uma suspensão temporária do ego e do julgamento;</li>
<li>mencionamos a repercussão que as palavras dele tiveram em nós, através de uma “<u>história personalizada</u>” criada por nós mesmo e que consiste em repetir, ao máximo, as palavras exatas do outro, introduzindo-as por expressões, tais como: <em>“quando você me disse&#8230;., eu me senti&#8230;” / “você falou&#8230;., e eu fiquei&#8230;” / “sinto que eu&#8230;.” / “isso me remete&#8230;.” /</em> <em>“realmente &#8230;” / “faz sentido&#8230;, sobretudo&#8230;.” / “é natural&#8230;.”/ “é legitimo&#8230;, ainda mais que&#8230;.”</em> e a seguir dar prova de escuta contando o impacto que as palavras dele tiveram em nós.</li>
</ul>
<p>Insisto neste aspecto: é a qualidade da história personalizada que acolhe; portanto, não basta responder: <em>“eu sei como é”/ “é verdade” / “concordo” / “compreendo “ / “entendo o seu ponto de vista”..</em>.</p>
<p>Imaginemos que um colaborador seu reclame, com razão, de que não aguenta mais as reuniões &#8220;online&#8221; porque as considera improdutivas. Uma coisa é dizer: <em>“você tem razão</em>” ou “<em>é verdade, também acho</em>”; outra, bem diferente, é contar uma história pessoal: <em>“Quando você me diz que não aguenta mais fazer reuniões virtuais em sua casa, é natural, pois se trata de uma situação nova. De fato, elas podem parecer improdutivas, ainda mais porque a qualidade do som e da imagem falham frequentemente&#8230;.”</em> ou esta: <em>“Quando você me diz que não aguenta mais fazer reuniões virtuais em sua casa, sinto muito e fico com a impressão de que precisamos melhorar, tanto a duração quanto a maneira de conduzi-las; o que você sugere?”</em>.</p>
<p>Por vezes, simples expressões como: <em>“caramba!”</em>,<em> “poxa!”, “não acredito!”</em>, ditas com sinceridade e emoção, constituem provas de escuta e fazem com que o outro se sinta acolhido. Se acolher não significa concordar ou se identificar, talvez você se questione:</p>
<h2><strong>Como discordar de forma empática, sem gerar atritos desnecessários?</strong></h2>
<p>Afirmo que isso é possível:</p>
<ul>
<li>Desde que, primeiramente, tenhamos acolhido a história do outro e oferecido uma prova de escuta, demonstrando, verbalmente, a repercussão que as palavras do outro tiveram em nós.</li>
<li>Desde que substituamos as conjunções adversativas, tais como: <em>“mas”, “no entanto”, “porém”, “contudo”</em>, pelas expressões aditivas: <em>“ao mesmo tempo”, “e”, “por outro lado”, “além disso”, </em>a fim de estabelecermos a transição do acolhimento para o posicionamento.</li>
<li>Desde que substituímos as falas “VOCÊ” com conotação crítica, de acusação e julgamento, por falas “EU” na primeira pessoa. Por exemplo troquemos frases tais como: <em>“não concordo, você está errado&#8230;” / “você não entendeu!” / “eu já te disse!”/ “você precisa entender que&#8230;.”, </em>por estas: <em>“tenho uma opinião diferente&#8230;”/ “enxergo de outra forma&#8230;” </em>/ <em>“preciso ser mais claro&#8230;.” / “deixe-me explicar melhor&#8230;”.</em></li>
</ul>
<p>Isso significa que oferecer empatia não implica sair do palco, para colocar o outro em nosso lugar. Ao contrário, trata-se de conjugar duas histórias, levando em consideração os “quereres” e “sentires”, necessidades e emoções do outro, <u>antes</u> de se posicionar de forma sincera e transparente, mas jamais violenta. Neste momento, talvez você se pergunte:</p>
<h2><strong>Como demostrar empatia, se considero que o outro não precisa ou não merece?</strong></h2>
<p>Para responder-lhe, peço que imagine situações onde você combinou algo, com uma pessoa que não é do seu círculo próximo, e ela não o cumpriu; que imagine que em tempos de confino você possui regras de convívio para sua casa, condomínio, comunidades, e um dos membros passou a desrespeitá-las; ou ainda que você percebeu que alguém mentiu ou o traiu.</p>
<p>Será que, nesses casos, você precisa, mesmo, demostrar empatia? Se, para que o problema seja resolvido, um comportamento especifico do outro se faz necessário, então a minha resposta é &#8220;sim&#8221;. Não adianta mostrar que você tem razão e esperar que ele tome consciência de que está errado, porque não se trata de negociar crenças, mas, sim, comportamentos e obter um determinado resultado. Diante disso, não há melhor ferramenta de engajamento do que a escuta empática na hora de alcançar resultados.</p>
<p>Lembro-me de que, em um “workshop”, uma das participantes (em um dos exercícios que simulavam interação com um revendedor dela, o qual ela achava ser de má-fé) não conseguia deixar de se comunicar com violência. De repente, ela passou a demostrar empatia. Perguntamos: <em>“o que aconteceu?</em>” e ela respondeu: <em>“em vez de imaginar o revendedor de má-fé, passei a considerar exatamente os mesmos fatos e a fazer como se estivesse falando com o meu revendedor favorito</em>”.</p>
<p>Portanto, independentemente do real intento do outro, as dicas são:</p>
<ul>
<li>para obter os resultados desejados, cabe-nos acolher a legitimidade da fala do outro e nos concentrarmos nos fatos, deixando de lado a nossa tendência de atribuirmos más intenções aos outros. Naturalmente isso requer desapego e abandonar uma visão autocentrada do mundo, bem como deixar de levar para o lado pessoal e aceitar que o outro está fazendo o melhor, dentro das limitações dele;</li>
<li>interessar-se pelo outro, mesmo que ele diga o que não queremos ouvir, compreendendo que deve ter motivos legítimos para pensar daquela maneira, lembrando que acolher a estes não significa necessariamente concordar com eles;</li>
<li>antes de rebater (o que constitui nossa tendência natural), inspirar profundamente, escutar e dar provas de escuta.</li>
</ul>
<p>Todas essas reflexões suscitam outro paradoxo, como praticá-las, se, principalmente em épocas de crise, nossas próprias necessidades não são acolhidas?</p>
<h3>Como pedir empatia para nós mesmos?</h3>
<p>O fato é que quanto mais acelerado, quanto mais estressado, quanto mais informado =&gt; menos empáticos e mais indiferentes a dor alheia nos tornamos. Riqueza da informação, sobretudo em períodos de estresse, provoca pobreza da atenção e, consequentemente um declínio da escuta e da empatia.</p>
<p>Em situação de crise, cada um de nós passa pela conhecida curva da emoção, que desperta nossos reflexos mais básicos de sobrevivência, defesa e medo. Assim é natural que diversas questões nos acometam: como lidar com o confinamento? como manter foco com crianças em casa? como ajudar, se estamos impedidos de sair de casa? o que acontecerá com nossas famílias, amigos, empresa, saúde? o que vai acontecer com nossos empregos, metas, planejamento, dívidas? vai passar? sim, mas a que preço? A nossa mente é campeã em se <u>pré</u>-ocupar com aquilo que não tem respostas. Assim, é totalmente natural que tenhamos dificuldades para dormir, para lidar com esse “novo normal” e, sobretudo, para sermos empáticos, porque os reflexos automáticos da sobrevivência traduzem-se em padrões tóxicos de linguagem.</p>
<p>Então, para quem sente falta de empatia e acolhimento, menciono, abaixo, duas dicas.</p>
<ul>
<li>É preciso dar para receber. Convites do gênero “coloque-se em meu lugar” não funcionam. Empatia se oferece, não se pede. Ela obedece à lei da reciprocidade, uma das mais universais.</li>
<li>Assim, para que você se sinta escutado e acolhido, não espere que o outro adivinhe suas necessidades e emoções; ao contrário, verbalize, de forma clara e não violenta, o comportamento que espera do outro; desse modo, estará oferecendo insumos e matéria-prima para que ele possa demostrar empatia para você.</li>
</ul>
<p>Em tempos de crise e carência, mesmo que nos possamos sentir impotentes frente aos acontecimentos externos, <strong>dar provas verbais de empatia faz toda a diferença, semeia leveza em ambientes pesados, provoca engajamento, boa vontade e dissolve resistências</strong>. Além disso, não custa nada; basta inspirar profundamente antes de falar (isso impede o surgimento de respostas automáticas) e elaborar uma prova de escuta, sob a forma de uma história acolhedora e personalizada.</p>
<p>Eis meu convite: que tal demostrar empatia à distância, sem contato físico, para nossos pares, colegas de trabalho, familiares, mesmo quando achamos que estamos todos “igualmente vítimas” da mesma situação? Que tal demostrar empatia mesmo para aqueles que acho que não precisam ou não merecem, mesmo quando ela é o que mais nos faz falta, mesmo quando nossas necessidades básicas não são atendidas?</p>
<p>Sobre o Autor: <a href="https://www.linkedin.com/in/thomas-brieu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Thomas BRIEU,</em></a><em> Franco-Brasileiro, ao longo de 15 anos de observação e experimentação em milhares de conversas e negociações, se questionou: o que provoca aproximação e o que provoca resistência no outro?</em></p>
<p><em>Incorporando os estudos mais recentes sobre neurociência, liderança, negociação e andragogia, desenvolveu um método que permite a cada pessoa mapear </em><a href="https://www.linkedin.com/pulse/5-dicas-para-escutar-mais-e-melhor-thomas-brieu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>os seus padrões não produtivos de linguagem e de escuta</em></a><em> e praticar alternativas eficientes de comunicação como uma nova ecologia da linguagem.</em></p>
<p><em>Atualmente reside no Brasil e é reconhecido<del> </del>pelos seus </em><a href="https://dagora.net/curso-de-escutatoria-storytelling/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>treinamentos em Escutatória, Foco, Liderança, Vendas, Storytelling ao vivo e Inteligência Emocional.</em></a></p>
<p><em>Além disso, se dedica à projetos de conservação (RPPN´s) e estuda o que a natureza e a biomimética têm para nos ensinar no que se refere a comportamentos e relações humanas, por exemplo, </em><a href="https://www.linkedin.com/pulse/5-li%C3%A7%C3%B5es-da-natureza-sobre-competi%C3%A7%C3%A3o-e-coopera%C3%A7%C3%A3o-thomas-brieu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>no jogo de competição x cooperação.</em></a></p>
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		<title>Design de Conversas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mfaccin08]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2020 13:57:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na palestra que realizei na HSM Expo 2019 sobre o tema de Escutatória &#038; padrões de linguagem cooperativos ao convite do SESCOOP nacional, tive a oportunidade de beneficiar do trabalho maravilhoso da equipe de designdeconversas.com.br . Compartilho aqui o resumo do infografico que realizaram em tempo real durante a palestra. Dizem que uma imagem vale [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na palestra que realizei na HSM Expo 2019 sobre o tema de Escutatória &#038; padrões de linguagem cooperativos ao convite do SESCOOP nacional, tive a oportunidade de beneficiar do trabalho maravilhoso da equipe de designdeconversas.com.br . Compartilho aqui o resumo do infografico que realizaram em tempo real durante a palestra. Dizem que uma imagem vale mil palavras, e quando mistura imagens e palavras? </p>
<p>Obs. Para aumentar a imagem, clicar com o botão direito do mouse em &#8220;abrir a imagem em uma nova guia&#8221;</p>
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		<title>3 tendências naturais que atrapalham nossos relacionamentos e resultados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mfaccin08]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Oct 2019 13:20:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escutatória]]></category>
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					<description><![CDATA[Como organismos vivos, somos fruto de milhões de anos de evolução, durante os quais o cérebro, para sobreviver, exercitou uma maneira binaria de escutar, classificando tudo o que se ouve em duas categorias, essencialmente: risco ou oportunidade. E a cada vez que percebe um risco, reage por meio de um destes três reflexos: atacar, fugir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="ember5549" class="ember-view">
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<p>Como organismos vivos, somos fruto de milhões de anos de evolução, durante os quais o cérebro, para sobreviver, exercitou uma maneira binaria de escutar, classificando tudo o que se ouve em duas categorias, essencialmente: risco ou oportunidade. E a cada vez que percebe um risco, reage por meio de um destes três reflexos: atacar, fugir ou congelar.</p>
<p>A linguagem surgiu há aproximadamente 100.000 anos; com ela, a necessidade de uma escuta mais sofisticada e elaborada. Embora pareça muito distante, esse período é recente, se considerada a escala da evolução humana. Costumo dizer que nos encontramos, ainda, na pré-história da comunicação.</p>
<p>Observei e constatei, ao longo de minha pesquisa sobre escutatória, o quanto esses três reflexos continuam onipresentes na comunicação e dificultam nossos relacionamentos e resultados, embora a intenção seja sempre positiva: a nossa sobrevivência.</p>
<p>Não me refiro aqui a situações evidentes de conflitos, de comunicação violenta ou de vitimização. Chamo a atenção para as inúmeras conversas do nosso dia a dia, aquelas que, embora pareçam anódinas, educadas e tranquilas, carregam, em si, o efeito tóxico dos reflexos reptilianos e acabam gerando, em pequenas doses, cortisol e adrenalina, os quais, acumulados, alimentam o “stress” crônico.</p>
<p>Ainda que, atualmente, não corramos mais os riscos de vida que estruturaram o cérebro ao longo da evolução, qualquer ameaça às nossas autoimagem e reputação, aos nossos planejamento e planos, às pessoas que amamos, às nossas crenças e opiniões continua desencadeando as respostas automáticas às quais nos estamos referindo.</p>
<p>O interessante é que cada um dos três reflexos reptilianos se manifesta verbalmente por meio de padrões de linguagens específicos, que costumo organizar em três tendências naturais:</p>
<p>i)                   querer ter razão (atacar/se defender);</p>
<p>ii)                  pensar pelo outro (congelar) e</p>
<p>iii)                se diminuir (fugir).</p>
<p>É claro que a fronteira entre cada uma delas é tênue e que, a depender do tom e contexto, uma mesma fala pode se enquadrar em uma ou outra ou, ainda, em duas delas.</p>
<p>Essas tendências causam-nos embaraços, porque o efeito da comunicação, nesses casos, não reflete nossa intenção genuína. Acredito sinceramente que ninguém queira, conscientemente, pensar pelo outro, mostrar que o outro está errado cada vez que tiver uma opinião diferente, ou, ainda, se diminuir; entretanto, é exatamente isso que ocorre incessantemente na comunicação, como resultado de nossa programação para a sobrevivência.</p>
<p>Vejamos, a seguir, alguns exemplos, mas, cuidado: a adoção desses padrões de linguagem não significa que sejamos prepotentes, submissos, ou que não nos preocupemos com o outro. Eles não refletem nossas intenções; estou apenas considerando o impacto sutil que possam acarretar na outra pessoa.</p>
<p><strong>1 &#8211; Atacar: tendência natural a querer ter razão</strong></p>
<p>Em minha opinião, ela é consequência do reflexo “atacar/defender”. Acontece quando nos colocamos acima do outro, quando queremos ser os donos da razão, ou adotamos uma posição dominante ou de superioridade (a análise transacional a descreve como uma relação “+/-“ ou “pai-criança”).</p>
<p>Quem não se surpreendeu escutando apenas para achar uma falha de raciocínio na fala do outro? Quem não o interrompeu, quando ele diz algo com que não se concorda ou que fere a própria visão do mundo?</p>
<p>O problema não é o fato de ter razão ou não, mesmo porque, na comunicação produtiva, no embate, não existe certo e errado; existem apenas de pontos de vista diferentes. Inclusive, o fato de colocar a própria opinião contra a do outro é uma maneira de existir, porque faz parte da construção da individualidade. A dialética, desde sempre, é fonte de evolução e inovação. O problema surge quando colocamos nossa visão <strong><u>antes</u></strong> de levar em consideração o ponto de vista do outro, o que se chama “padrão de linguagem de oposição”.</p>
<p>Essa tendência manifesta-se cada vez que:</p>
<ul>
<li>começamos a nossa fala por <em>“Veja bem&#8230;”, “Na verdade&#8230;”, “Então&#8230;”, “Não é bem assim&#8230;”, “Mas&#8230;”, “A verdade é que&#8230;”, “De forma nenhuma&#8230;”, “Imagina&#8230;”</em>;</li>
<li>usamos expressões como <em>“Entendo seu ponto de vista, mas&#8230;”, “Compreendo isso, mas&#8230;”</em>;</li>
<li>queremos convencer, persuadir, rebatemos com respostas prontas, identificamo-nos com nossas ideias e palavras, adotamos posturas defensivas, acusamos e comparamos;</li>
<li>queremos levar alguém a algum lugar sem mencionar aonde, bem como a dizer ou fazer algo, sem esclarecer o quê (esse comportamento de omitir ou deixar informações subentendidas pode ser considerado uma micromanipulação);</li>
<li>negociamos crenças, ao invés de comportamentos, empregando: <em>“Quero que você entenda&#8230;., que concorde&#8230;, que perceba&#8230;“</em>; por exemplo, <em>“Preciso que você entenda que é muito mal-educado chegar atrasado.”</em> (crença), ao invés de <em>“Preciso que você chegue no horário.”</em> (comportamento).</li>
</ul>
<p>A depender do contexto, revela-se também quando:</p>
<ul>
<li>oferecemos nossa ajuda ou um conselho, mesmo que não solicitado, porque, a depender de como o fizermos, corremos o risco de nos colocarmos, mesmo que sutilmente, acima do interlocutor;</li>
<li>Usamos certo tipo de sentido de humor.</li>
</ul>
<p>Surpreendentemente, oposições podem ser feitas com amor. Lembro-me de que, na noite anterior a meu primeiro vestibular, minha mãe entrou em meu quarto e logo comecei a desabafar: <em>“Vai dar tudo errado, não entra mais nada na minha cabeça, não aguento mais, não sou feito para isso, etc&#8230; etc&#8230;”</em>.</p>
<p>Amorosamente, ela me respondeu: “<em>Que nada, vai dar tudo certo, você vai dar conta, você é capaz; vai dormir, que é a melhor coisa que você pode fazer agora.”. </em> Mesmo que essa frase tenha sido dita com a melhor das intenções, lembro-me dela até hoje, porque foi muito violenta para mim, uma vez que não me senti acolhido. Se minha mãe tivesse dito : <em>“É natural que você ache que vai dar tudo errado, que não cabe mais nada na sua cabeça, principalmente porque esse é o seu primeiro vestibular; agora, como já passei por isso, sei que a melhor coisa que você pode fazer é ir dormir&#8230;”. </em>Dessa segunda forma, eu teria sentido que meus argumentos foram escutados, acolhidos e não me lembraria desse fato até hoje, não me lembraria mais desse fato e não o estaria utilizando como exemplo de oposição, até hoje.”</p>
<p>Enfim, paradoxalmente, mesmo as boas intenções produzem inúmeras e diárias micro-oposições, as quais geram desgaste e “stress” em nossos relacionamentos.</p>
<p><strong>2 – Congelar: tendência natural a querer pensar pelo outro</strong></p>
<p>Adotamos essa tendência a cada vez que deixamos de investigar as palavras do outro e, embora o respeitemos, não nos interessamos genuinamente por ele. A meu ver, essa tendência é consequência do reflexo “congelar”, porque nos torna indiferentes ao outro e, consequentemente, impede que nos movimentemos em direção a ele (a análise transacional a descreve como uma relação “-/-”).</p>
<p>Quem não se surpreendeu terminando a fala do interlocutor, colocando as próprias palavras na boca do outro? Assim, quanto mais conhecemos alguém, menos o escutamos, porque “adivinhamos” o que ele iria dizer&#8230; E continuamos a conversa, achando que, obviamente, estamos falando da mesma coisa. Infelizmente, consideramos evidentes muitas coisas que não o são&#8230; Habitualmente, essa tendência manifesta-se quando:</p>
<ul>
<li>construímos dois monólogos em vez de um diálogo (ou seja, participamos de uma conversa de surdos);</li>
<li>estamos tão cheios de nós mesmos que não deixamos espaço para a história do outro;</li>
<li>apagamos o interlocutor de nossa fala, quando poderíamos torná-lo o sujeito da ação;</li>
<li>generalizamos, supomos, inferimos, utilizando expressões como: <em>“Tenho certeza de que você..”, “Você vai gostar&#8230;”, “Sinto que você&#8230;”, “Como você já sabe&#8230;”</em>;</li>
<li>empregamos pronomes indefinidos (“isso”, por exemplo), que tornam a comunicação imprecisa. Eles podem significar muitas coisas, ainda mais quando se referem a uma fala anterior muito longa, na qual há argumentos com os quais concordamos ou não, além de boas ou más notícias. Passo grande parte de meus treinamentos perguntando: “<em>Isso? o quê?”</em>;</li>
<li>metralhamos nosso interlocutor com perguntas fechadas, como se tentássemos inserir a história dele em nossa visão do mundo, conduzindo-o ao papel passivo de apenas responder “sim” ou “não”. Tenho a impressão que a nossa mente evita as questões abertas, a fim de economizar energia e de não se ariscar a escutar o que não quer. Entretanto, se fizermos perguntas abertas, convidaremos o outro a subir ao palco conosco, para nos contar a própria história. A solução muitas vezes está no raciocínio do outro, e a chave para acesso a ele são, justamente, as perguntas abertas.</li>
</ul>
<p>Por exemplo, se eu peço, a um vendedor, um carro econômico e recebo estas respostas: <em>“Ótimo, tenho o que você precisa!”, “Tenho certeza de que vai gostar!”, “Veio ao lugar certo!”, “Deixe-me mostrar nosso modelo ‘xpto’”, “É para usar a trabalho?”</em>, ele se posiciona como o protagonista, sobrepondo a história dele à minha, pois declara possuir a solução que vai me agradar&#8230; Tratam-se de muitas inferências, percebidas, por mim, como invasivas.</p>
<p>O fato é que uma mesma palavra pode significar realidade diferentes: neste caso econômico em combustível? no valor da parcela? no preço à vista? no comparativo da revista&#8230;?</p>
<p>O óbvio precisa ser dito e investigado. Assim, o vendedor teria ganhado uma oportunidade de me colocar no palco e, portanto, de me tornar protagonista, se tivesse perguntado: <em>“Me diga, o que é econômico para você?”</em> ou ainda <em>“Que tipo de economia você espera?”</em></p>
<p><strong>3 – Fugir: tendência natural a se diminuir</strong></p>
<p>Também temos tendência a nos colocarmos em posição de submissão, inferior à do outro (a análise transacional a descreve como relação “-/+”). A meu ver, ela é consequência do reflexo “fugir”. Manifesta-se, por exemplo, quando:</p>
<ul>
<li>empregamos (com o objetivo de sermos corteses) verbos com as terminações “ia”: <em>“queria”, “gostaria”, </em>ao invés de<em> </em>usarmos o indicativo ou o imperativo;</li>
<li>agradecemos em excesso e não de forma específica;</li>
<li>usamos diminutivos, como: <em>“queria falar um pouquinho&#8230;”</em>;</li>
<li>usamos <em>“penso&#8230;”, </em> <em>“acho&#8230;”</em>, em vez de assumir nossas opiniões;</li>
<li>dizemos “<em>desculpe</em>”, em vez de <em>“sinto muito”</em>;</li>
<li>recorremos a uma autoridade para justificar nossos pedidos, em frases como: <em>“Preciso que você chegue no horário, porque o patrão fez um comentário sobre sua pontualidade hoje.</em>” (ao invés de dizer, simplesmente: “Você precisa ser pontual.”), ou, ainda, quando a autoridade é indeterminada: <em>“Seria importante que você&#8230;”, “Você tem que&#8230;”, “A empresa quer&#8230;”</em>;</li>
<li>empregamos “<em>a gente</em>” ou “<em>nós</em>” no lugar de “você” e “eu”, o que torna, indefinidos e confusos, os papéis de cada um. Quantas vezes flagrei-me dizendo, a minha assistente: <em>“A gente precisa organizar a lista de clientes.”</em>, quando o correto seria: <em>“Preciso que você organize a lista de clientes.”</em>;</li>
<li>nos colocamos no lugar de vítima ou de coitadinho(a);</li>
<li>e, sobretudo, argumentamos antes da hora, porque justificativas são argumentos que não foram pedidos e justificativas não solicitadas enfraquecem nosso discurso.</li>
</ul>
<p>Indiretamente (e embora não seja essa a nossa intenção), esse comportamento remete o outro a uma posição de superioridade.</p>
<p><strong>E agora?</strong></p>
<p>A complexidade da nossa realidade exige respostas mais sutis e menos automáticas. Nossa intenção não é suficiente, precisamos nos responsabilizar pelo impacto da comunicação no outro.</p>
<p>A boa notícia é que, para cada padrão de linguagem não produtivo, existe uma alternativa que pode construir uma comunicação mais eficiente, menos violenta e que reflita melhor o que realmente queremos e sentimos.</p>
<p>Assim, o fato de poder reconhecer esses padrões de linguagem é uma fantástica oportunidade para o “autoflagrante”, para sair do automático e adotar uma comunicação em que ambos os interlocutores se sintam igualmente protagonistas.</p>
<p>Como nos lembra Viktor Frankl, “entre o estímulo e a resposta, existe um espaço e neste espaço reside o nosso poder de escolha. E da nossa resposta depende o nosso crescimento e a nossa liberdade”. Para mim, esse espaço é o tempo de uma inspiração, a qual possibilita que a informação saia de nosso cérebro límbico (ou reptiliano) e chegue ao córtex pré-frontal, onde residem a empatia e o raciocínio.</p>
<p>Em um mundo polarizado, em que a escuta e a fala constituem as principais ferramentas de trabalho, vejo a oportunidade de fazer com que nossos diálogos reflitam o interesse genuíno pelas opiniões e visões alheias, criem soluções oriundas da diversidade e, dessa forma, se situem além do simples respeito à diferença. Se assim agirmos, poderemos evitar que a violência física se instale como resposta à falta de comunicação.</p>
<p>*Ilustração: Sara Cecin @saracecin</p>
<p><em><u>Sobre o Autor</u></em>: <a href="https://www.linkedin.com/in/thomas-brieu/" target="_blank" rel="noopener"><em>Thomas BRIEU,</em></a><em> Franco-Brasileiro, ao longo de 15 anos de observação e experimentação em milhares de conversas e negociações, se questionou: o que provoca aproximação e o que provoca resistência no outro?</em></p>
<p><em>Incorporando os estudos mais recentes sobre neurociência, liderança, negociação e andragogia, desenvolveu um método que permite a cada pessoa mapear </em><a href="https://www.linkedin.com/pulse/5-dicas-para-escutar-mais-e-melhor-thomas-brieu/" target="_blank" rel="noopener"><em>os seus padrões não produtivos de linguagem e de escuta</em></a><em> e praticar alternativas eficientes de comunicação como uma nova ecologia da linguagem.</em></p>
<p><em>Atualmente reside no Brasil e é reconhecido<del> </del>pelos seus </em><a href="https://dagora.net/curso-de-escutatoria-storytelling/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><em>treinamentos em Escutatória, Foco, Liderança, Vendas, Storytelling ao vivo e Inteligência Emocional.</em></a></p>
<p><em>Além disso, se dedica à projetos de conservação (RPPN´s) e estuda o que a natureza e a biomimética têm para nos ensinar no que se refere a comportamentos e relações humanas, por exemplo, </em><a href="https://www.linkedin.com/pulse/5-li%C3%A7%C3%B5es-da-natureza-sobre-competi%C3%A7%C3%A3o-e-coopera%C3%A7%C3%A3o-thomas-brieu/" target="_blank" rel="noopener"><em>no jogo de competição x cooperação.</em></a></p>
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		<title>Citação de Kim Scott</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mfaccin08]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2019 16:08:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escutatória]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[escutatória]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Para começar, ouça as ideias de sua equipe e construa uma cultura na qual as pessoas ouçam umas às outras.” Kim Scott Os primeiros 180 graus da Roda do Fazer Acontecer, (ouvir – esclarecer – debater &#8211; decidir)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: center;"><em><strong>&#8220;Para começar, ouça as ideias de</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>sua equipe e construa uma</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>cultura</strong></em><em><strong> na qual</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>as pessoas ouçam umas às</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>outras.”</strong></em></p>
</blockquote>
<p>Kim Scott</p>
<p>Os primeiros 180 graus da Roda do Fazer Acontecer, (ouvir – esclarecer – debater &#8211; decidir)</p>
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