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	<title>percepção e realidade &#8211; Comunicação Produtiva</title>
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	<title>percepção e realidade &#8211; Comunicação Produtiva</title>
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		<title>Saia do automático em 2018 e veja o mundo como ele é!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mfaccin08]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2017 00:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo afora]]></category>
		<category><![CDATA[distorção]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
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					<description><![CDATA[A sua mente mente&#8230; Dispomos de recursos mentais limitados Segundo uma pesquisa recente realizada em 38 países, os brasileiros ficaram em penúltimo lugar na hora de confrontar a realidade com a percepção que tem dela. O levantamento, feito pelo instituto britânico Ipsos Mori, permitiu destacar a percepção equivocada que as pessoas têm da realidade à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>A sua mente mente&#8230;</strong></p></blockquote>
<p><em><strong>Dispomos de recursos mentais limitados</strong></em></p>
<p>Segundo uma pesquisa recente realizada em 38 países, os brasileiros ficaram em penúltimo lugar na hora de confrontar a realidade com a percepção que tem dela. O levantamento, feito pelo instituto britânico Ipsos Mori, permitiu destacar a percepção equivocada que as pessoas têm da realidade à sua volta e a tendência de perceber um quadro pior do que a realidade. Isso não é próprio dos brasileiros, é do ser humano como um todo.</p>
<p>As neurociências estão reforçando as teorias dos <strong>vieses cognitivos</strong> que explicam que, entre a percepção que temos e a realidade, existe literalmente um mundo. (Ver a pesquisa do psicólogo Drew Western, Emory University).</p>
<p>Como lembra Daniel Kahneman, estes vieses são uma solução evolucionária para um problema básico: dispomos de recursos mentais limitados. Isso nos conduz a “erros graves e sistemáticos”, ainda mais em situações de incertezas, como é o caso em um mundo V.U.C.A. (volátil, incerto, complexo e ambíguo).</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-934 " src="http://comunicacaoprodutiva.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Charge-Do-It.png" alt="" width="603" height="534" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><b>Os vieses cognitivos</b></em></p>
<p>O viés da confirmação é a nossa tendência a buscar informações ou interpretá-las de modo a confirmar os nossos pressupostos e descartar dados conflitantes, o que limita a nossa abertura para ideias e opiniões novas. Sobretudo em assuntos que mexem com a emoção do sujeito – como futebol, religião ou política, por exemplo – o cérebro humano não assimila nem aceita informações e evidências que vão contra suas <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marilizpereirajorge/2017/05/1887188-cada-um-enxerga-a-realidade-como-quer-nao-como-ela-e.shtml">convicções</a>. Cada um enxerga a realidade como quer e não como ela é. Nós procuramos evidências para confirmar e apoiar nossas crenças e ignoramos ou simplesmente reinterpretamos da forma que melhor nos convêm as provas que refutam nossas convicções. As tecnologias e as mídias sociais, que selecionam as informações que recebemos, só fazem com que este viés aumente.</p>
<p>Para sair desta bolha, recomendo que cada um confronte as suas ideias com as pessoas de opiniões adversas através de um diálogo maduro com escuta e respeito mútuo. Não um respeito do tipo “tudo bem você pensar diferente do que eu” e virar as costas. Um respeito com diálogo onde me interesso, investigo e testo os motivos pelos quais o outro pensa diferente. Eu costumo dizer que não tenho opiniões definitivas e que adoro mudar de opinião porque, quando acontece, significa que o diálogo foi rico em dialética e negociação e permitiu ampliar a minha visão do mundo.</p>
<p>Existem outros, como o viés da ancoragem que consiste na preferência por confiar demais numa informação isolada ao tomar decisões, influenciando nossas percepções pela nossa própria imaginação e abrindo mão de uma visão global e sistêmica.</p>
<p>Ou ainda o viés da manada que é a tendência em fazer ou acreditar em coisas porque os outros também fazem ou acreditam.</p>
<p>Entre todos, vale destacar o nosso viés da negatividade que é a tendência a dar mais peso a informações e experiências negativas do que positivas. Até pode parecer contraditório, pois vários estudos científicos demonstram que temos tendência em superestimar a nossa própria atratividade, inteligência, ética, chance de sucesso e outros elementos que achamos sob o nosso controle próximo. Ou seja, enquanto nos superestimamos, também subestimamos o mundo em geral. Somos estruturados para sermos otimistas locais e pessimistas globais.</p>
<p>Não é por acaso que o noticiário foca nas notícias ruins, pois são as que mais provocam emoções e vendem pautas. Sendo assim, também são aquelas que mais lembramos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-940 aligncenter" src="http://comunicacaoprodutiva.com.br/wp-content/uploads/2017/12/do-it-.jpg" alt="" width="600" height="385" /></p>
<p><strong>Saia do automático e veja o mundo como ele é!</strong></p>
<p>Estes vieses estão intimamente ligados com o funcionamento do nosso cérebro, sobretudo quando está no modo automático, ou seja 90% do tempo.</p>
<p>Daniel Kahneman distingue duas formas de lidar com a realidade no seu livro “Rápido e devagar, duas formas de pensar”. O sistema um, mais intuitivo e emocional, ágil, rápido e automático de um lado, e o sistema 2, mais lento, racional, ponderado, cansativo. A minha dica não é desligar o sistema 1, é usar mais o sistema 2, combinar o que os dois sistemas têm de melhor.</p>
<p>Amo a frase do V. Frankl que diz que entre o estímulo e a reação existe um espaço e, neste espaço, reside a nossa liberdade. Cabe a cada um de nós resgatar este espaço. Uma simples respiração ou uma pausa antes de responder são suficientes para sair do automático e escolher uma reação alternativa baseado no nosso córtex, na nossa capacidade de empatia e compaixão.</p>
<p>Que tal trabalhar esta habilidade para 2018?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Thomas BRIEU</p>
<p><strong>Fique ligado!</strong> Em um próximo post exploraremos em que a constituição e a estrutura do nosso cérebro podem explicar os vieses cognitivos.</p>
<p><span id="more-901"></span></p>
<p>Além do livro “Rápido e devagar, duas formas de pensar”, recomendo também o livro “Abundância” que tem um capítulo bem feito sobre este tema.</p>
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