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	<title>#evolução &#8211; Comunicação Produtiva</title>
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	<description>Escutat&#243;ria Do It</description>
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		<title>3 tendências naturais que atrapalham nossos relacionamentos e resultados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mfaccin08]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Oct 2019 13:20:34 +0000</pubDate>
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<p>Como organismos vivos, somos fruto de milhões de anos de evolução, durante os quais o cérebro, para sobreviver, exercitou uma maneira binaria de escutar, classificando tudo o que se ouve em duas categorias, essencialmente: risco ou oportunidade. E a cada vez que percebe um risco, reage por meio de um destes três reflexos: atacar, fugir ou congelar.</p>
<p>A linguagem surgiu há aproximadamente 100.000 anos; com ela, a necessidade de uma escuta mais sofisticada e elaborada. Embora pareça muito distante, esse período é recente, se considerada a escala da evolução humana. Costumo dizer que nos encontramos, ainda, na pré-história da comunicação.</p>
<p>Observei e constatei, ao longo de minha pesquisa sobre escutatória, o quanto esses três reflexos continuam onipresentes na comunicação e dificultam nossos relacionamentos e resultados, embora a intenção seja sempre positiva: a nossa sobrevivência.</p>
<p>Não me refiro aqui a situações evidentes de conflitos, de comunicação violenta ou de vitimização. Chamo a atenção para as inúmeras conversas do nosso dia a dia, aquelas que, embora pareçam anódinas, educadas e tranquilas, carregam, em si, o efeito tóxico dos reflexos reptilianos e acabam gerando, em pequenas doses, cortisol e adrenalina, os quais, acumulados, alimentam o “stress” crônico.</p>
<p>Ainda que, atualmente, não corramos mais os riscos de vida que estruturaram o cérebro ao longo da evolução, qualquer ameaça às nossas autoimagem e reputação, aos nossos planejamento e planos, às pessoas que amamos, às nossas crenças e opiniões continua desencadeando as respostas automáticas às quais nos estamos referindo.</p>
<p>O interessante é que cada um dos três reflexos reptilianos se manifesta verbalmente por meio de padrões de linguagens específicos, que costumo organizar em três tendências naturais:</p>
<p>i)                   querer ter razão (atacar/se defender);</p>
<p>ii)                  pensar pelo outro (congelar) e</p>
<p>iii)                se diminuir (fugir).</p>
<p>É claro que a fronteira entre cada uma delas é tênue e que, a depender do tom e contexto, uma mesma fala pode se enquadrar em uma ou outra ou, ainda, em duas delas.</p>
<p>Essas tendências causam-nos embaraços, porque o efeito da comunicação, nesses casos, não reflete nossa intenção genuína. Acredito sinceramente que ninguém queira, conscientemente, pensar pelo outro, mostrar que o outro está errado cada vez que tiver uma opinião diferente, ou, ainda, se diminuir; entretanto, é exatamente isso que ocorre incessantemente na comunicação, como resultado de nossa programação para a sobrevivência.</p>
<p>Vejamos, a seguir, alguns exemplos, mas, cuidado: a adoção desses padrões de linguagem não significa que sejamos prepotentes, submissos, ou que não nos preocupemos com o outro. Eles não refletem nossas intenções; estou apenas considerando o impacto sutil que possam acarretar na outra pessoa.</p>
<p><strong>1 &#8211; Atacar: tendência natural a querer ter razão</strong></p>
<p>Em minha opinião, ela é consequência do reflexo “atacar/defender”. Acontece quando nos colocamos acima do outro, quando queremos ser os donos da razão, ou adotamos uma posição dominante ou de superioridade (a análise transacional a descreve como uma relação “+/-“ ou “pai-criança”).</p>
<p>Quem não se surpreendeu escutando apenas para achar uma falha de raciocínio na fala do outro? Quem não o interrompeu, quando ele diz algo com que não se concorda ou que fere a própria visão do mundo?</p>
<p>O problema não é o fato de ter razão ou não, mesmo porque, na comunicação produtiva, no embate, não existe certo e errado; existem apenas de pontos de vista diferentes. Inclusive, o fato de colocar a própria opinião contra a do outro é uma maneira de existir, porque faz parte da construção da individualidade. A dialética, desde sempre, é fonte de evolução e inovação. O problema surge quando colocamos nossa visão <strong><u>antes</u></strong> de levar em consideração o ponto de vista do outro, o que se chama “padrão de linguagem de oposição”.</p>
<p>Essa tendência manifesta-se cada vez que:</p>
<ul>
<li>começamos a nossa fala por <em>“Veja bem&#8230;”, “Na verdade&#8230;”, “Então&#8230;”, “Não é bem assim&#8230;”, “Mas&#8230;”, “A verdade é que&#8230;”, “De forma nenhuma&#8230;”, “Imagina&#8230;”</em>;</li>
<li>usamos expressões como <em>“Entendo seu ponto de vista, mas&#8230;”, “Compreendo isso, mas&#8230;”</em>;</li>
<li>queremos convencer, persuadir, rebatemos com respostas prontas, identificamo-nos com nossas ideias e palavras, adotamos posturas defensivas, acusamos e comparamos;</li>
<li>queremos levar alguém a algum lugar sem mencionar aonde, bem como a dizer ou fazer algo, sem esclarecer o quê (esse comportamento de omitir ou deixar informações subentendidas pode ser considerado uma micromanipulação);</li>
<li>negociamos crenças, ao invés de comportamentos, empregando: <em>“Quero que você entenda&#8230;., que concorde&#8230;, que perceba&#8230;“</em>; por exemplo, <em>“Preciso que você entenda que é muito mal-educado chegar atrasado.”</em> (crença), ao invés de <em>“Preciso que você chegue no horário.”</em> (comportamento).</li>
</ul>
<p>A depender do contexto, revela-se também quando:</p>
<ul>
<li>oferecemos nossa ajuda ou um conselho, mesmo que não solicitado, porque, a depender de como o fizermos, corremos o risco de nos colocarmos, mesmo que sutilmente, acima do interlocutor;</li>
<li>Usamos certo tipo de sentido de humor.</li>
</ul>
<p>Surpreendentemente, oposições podem ser feitas com amor. Lembro-me de que, na noite anterior a meu primeiro vestibular, minha mãe entrou em meu quarto e logo comecei a desabafar: <em>“Vai dar tudo errado, não entra mais nada na minha cabeça, não aguento mais, não sou feito para isso, etc&#8230; etc&#8230;”</em>.</p>
<p>Amorosamente, ela me respondeu: “<em>Que nada, vai dar tudo certo, você vai dar conta, você é capaz; vai dormir, que é a melhor coisa que você pode fazer agora.”. </em> Mesmo que essa frase tenha sido dita com a melhor das intenções, lembro-me dela até hoje, porque foi muito violenta para mim, uma vez que não me senti acolhido. Se minha mãe tivesse dito : <em>“É natural que você ache que vai dar tudo errado, que não cabe mais nada na sua cabeça, principalmente porque esse é o seu primeiro vestibular; agora, como já passei por isso, sei que a melhor coisa que você pode fazer é ir dormir&#8230;”. </em>Dessa segunda forma, eu teria sentido que meus argumentos foram escutados, acolhidos e não me lembraria desse fato até hoje, não me lembraria mais desse fato e não o estaria utilizando como exemplo de oposição, até hoje.”</p>
<p>Enfim, paradoxalmente, mesmo as boas intenções produzem inúmeras e diárias micro-oposições, as quais geram desgaste e “stress” em nossos relacionamentos.</p>
<p><strong>2 – Congelar: tendência natural a querer pensar pelo outro</strong></p>
<p>Adotamos essa tendência a cada vez que deixamos de investigar as palavras do outro e, embora o respeitemos, não nos interessamos genuinamente por ele. A meu ver, essa tendência é consequência do reflexo “congelar”, porque nos torna indiferentes ao outro e, consequentemente, impede que nos movimentemos em direção a ele (a análise transacional a descreve como uma relação “-/-”).</p>
<p>Quem não se surpreendeu terminando a fala do interlocutor, colocando as próprias palavras na boca do outro? Assim, quanto mais conhecemos alguém, menos o escutamos, porque “adivinhamos” o que ele iria dizer&#8230; E continuamos a conversa, achando que, obviamente, estamos falando da mesma coisa. Infelizmente, consideramos evidentes muitas coisas que não o são&#8230; Habitualmente, essa tendência manifesta-se quando:</p>
<ul>
<li>construímos dois monólogos em vez de um diálogo (ou seja, participamos de uma conversa de surdos);</li>
<li>estamos tão cheios de nós mesmos que não deixamos espaço para a história do outro;</li>
<li>apagamos o interlocutor de nossa fala, quando poderíamos torná-lo o sujeito da ação;</li>
<li>generalizamos, supomos, inferimos, utilizando expressões como: <em>“Tenho certeza de que você..”, “Você vai gostar&#8230;”, “Sinto que você&#8230;”, “Como você já sabe&#8230;”</em>;</li>
<li>empregamos pronomes indefinidos (“isso”, por exemplo), que tornam a comunicação imprecisa. Eles podem significar muitas coisas, ainda mais quando se referem a uma fala anterior muito longa, na qual há argumentos com os quais concordamos ou não, além de boas ou más notícias. Passo grande parte de meus treinamentos perguntando: “<em>Isso? o quê?”</em>;</li>
<li>metralhamos nosso interlocutor com perguntas fechadas, como se tentássemos inserir a história dele em nossa visão do mundo, conduzindo-o ao papel passivo de apenas responder “sim” ou “não”. Tenho a impressão que a nossa mente evita as questões abertas, a fim de economizar energia e de não se ariscar a escutar o que não quer. Entretanto, se fizermos perguntas abertas, convidaremos o outro a subir ao palco conosco, para nos contar a própria história. A solução muitas vezes está no raciocínio do outro, e a chave para acesso a ele são, justamente, as perguntas abertas.</li>
</ul>
<p>Por exemplo, se eu peço, a um vendedor, um carro econômico e recebo estas respostas: <em>“Ótimo, tenho o que você precisa!”, “Tenho certeza de que vai gostar!”, “Veio ao lugar certo!”, “Deixe-me mostrar nosso modelo ‘xpto’”, “É para usar a trabalho?”</em>, ele se posiciona como o protagonista, sobrepondo a história dele à minha, pois declara possuir a solução que vai me agradar&#8230; Tratam-se de muitas inferências, percebidas, por mim, como invasivas.</p>
<p>O fato é que uma mesma palavra pode significar realidade diferentes: neste caso econômico em combustível? no valor da parcela? no preço à vista? no comparativo da revista&#8230;?</p>
<p>O óbvio precisa ser dito e investigado. Assim, o vendedor teria ganhado uma oportunidade de me colocar no palco e, portanto, de me tornar protagonista, se tivesse perguntado: <em>“Me diga, o que é econômico para você?”</em> ou ainda <em>“Que tipo de economia você espera?”</em></p>
<p><strong>3 – Fugir: tendência natural a se diminuir</strong></p>
<p>Também temos tendência a nos colocarmos em posição de submissão, inferior à do outro (a análise transacional a descreve como relação “-/+”). A meu ver, ela é consequência do reflexo “fugir”. Manifesta-se, por exemplo, quando:</p>
<ul>
<li>empregamos (com o objetivo de sermos corteses) verbos com as terminações “ia”: <em>“queria”, “gostaria”, </em>ao invés de<em> </em>usarmos o indicativo ou o imperativo;</li>
<li>agradecemos em excesso e não de forma específica;</li>
<li>usamos diminutivos, como: <em>“queria falar um pouquinho&#8230;”</em>;</li>
<li>usamos <em>“penso&#8230;”, </em> <em>“acho&#8230;”</em>, em vez de assumir nossas opiniões;</li>
<li>dizemos “<em>desculpe</em>”, em vez de <em>“sinto muito”</em>;</li>
<li>recorremos a uma autoridade para justificar nossos pedidos, em frases como: <em>“Preciso que você chegue no horário, porque o patrão fez um comentário sobre sua pontualidade hoje.</em>” (ao invés de dizer, simplesmente: “Você precisa ser pontual.”), ou, ainda, quando a autoridade é indeterminada: <em>“Seria importante que você&#8230;”, “Você tem que&#8230;”, “A empresa quer&#8230;”</em>;</li>
<li>empregamos “<em>a gente</em>” ou “<em>nós</em>” no lugar de “você” e “eu”, o que torna, indefinidos e confusos, os papéis de cada um. Quantas vezes flagrei-me dizendo, a minha assistente: <em>“A gente precisa organizar a lista de clientes.”</em>, quando o correto seria: <em>“Preciso que você organize a lista de clientes.”</em>;</li>
<li>nos colocamos no lugar de vítima ou de coitadinho(a);</li>
<li>e, sobretudo, argumentamos antes da hora, porque justificativas são argumentos que não foram pedidos e justificativas não solicitadas enfraquecem nosso discurso.</li>
</ul>
<p>Indiretamente (e embora não seja essa a nossa intenção), esse comportamento remete o outro a uma posição de superioridade.</p>
<p><strong>E agora?</strong></p>
<p>A complexidade da nossa realidade exige respostas mais sutis e menos automáticas. Nossa intenção não é suficiente, precisamos nos responsabilizar pelo impacto da comunicação no outro.</p>
<p>A boa notícia é que, para cada padrão de linguagem não produtivo, existe uma alternativa que pode construir uma comunicação mais eficiente, menos violenta e que reflita melhor o que realmente queremos e sentimos.</p>
<p>Assim, o fato de poder reconhecer esses padrões de linguagem é uma fantástica oportunidade para o “autoflagrante”, para sair do automático e adotar uma comunicação em que ambos os interlocutores se sintam igualmente protagonistas.</p>
<p>Como nos lembra Viktor Frankl, “entre o estímulo e a resposta, existe um espaço e neste espaço reside o nosso poder de escolha. E da nossa resposta depende o nosso crescimento e a nossa liberdade”. Para mim, esse espaço é o tempo de uma inspiração, a qual possibilita que a informação saia de nosso cérebro límbico (ou reptiliano) e chegue ao córtex pré-frontal, onde residem a empatia e o raciocínio.</p>
<p>Em um mundo polarizado, em que a escuta e a fala constituem as principais ferramentas de trabalho, vejo a oportunidade de fazer com que nossos diálogos reflitam o interesse genuíno pelas opiniões e visões alheias, criem soluções oriundas da diversidade e, dessa forma, se situem além do simples respeito à diferença. Se assim agirmos, poderemos evitar que a violência física se instale como resposta à falta de comunicação.</p>
<p>*Ilustração: Sara Cecin @saracecin</p>
<p><em><u>Sobre o Autor</u></em>: <a href="https://www.linkedin.com/in/thomas-brieu/" target="_blank" rel="noopener"><em>Thomas BRIEU,</em></a><em> Franco-Brasileiro, ao longo de 15 anos de observação e experimentação em milhares de conversas e negociações, se questionou: o que provoca aproximação e o que provoca resistência no outro?</em></p>
<p><em>Incorporando os estudos mais recentes sobre neurociência, liderança, negociação e andragogia, desenvolveu um método que permite a cada pessoa mapear </em><a href="https://www.linkedin.com/pulse/5-dicas-para-escutar-mais-e-melhor-thomas-brieu/" target="_blank" rel="noopener"><em>os seus padrões não produtivos de linguagem e de escuta</em></a><em> e praticar alternativas eficientes de comunicação como uma nova ecologia da linguagem.</em></p>
<p><em>Atualmente reside no Brasil e é reconhecido<del> </del>pelos seus </em><a href="https://dagora.net/curso-de-escutatoria-storytelling/" target="_blank" rel="nofollow noopener"><em>treinamentos em Escutatória, Foco, Liderança, Vendas, Storytelling ao vivo e Inteligência Emocional.</em></a></p>
<p><em>Além disso, se dedica à projetos de conservação (RPPN´s) e estuda o que a natureza e a biomimética têm para nos ensinar no que se refere a comportamentos e relações humanas, por exemplo, </em><a href="https://www.linkedin.com/pulse/5-li%C3%A7%C3%B5es-da-natureza-sobre-competi%C3%A7%C3%A3o-e-coopera%C3%A7%C3%A3o-thomas-brieu/" target="_blank" rel="noopener"><em>no jogo de competição x cooperação.</em></a></p>
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