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	<title>empatia &#8211; Comunicação Produtiva</title>
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	<description>Escutat&#243;ria Do It</description>
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	<title>empatia &#8211; Comunicação Produtiva</title>
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	<item>
		<title>LIDERANÇA E COMUNICAÇÃO PRODUTIVA na CARSTEN SERVIÇOS E TRANSPORTES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mfaccin08]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 16:07:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[assertividade]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação produtiva]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[escutatória]]></category>
		<category><![CDATA[inteligenciaemocional]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hipopotamus.com.br/cpteste/?p=1</guid>

					<description><![CDATA[Relato e avaliação do treinamento em liderança e comunicação produtiva na Carsten ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>AGOSTO 2023- BAURU-SP</strong></p>
<p>CARSTEN SERVIÇOS E TRANSPORTES, Empresa fundada em 1997, atua no Setor de Transporte terrestre em caminhão, está localizada em Agudos/SP, possui mais de 500 empregados e entre suas Especialidades está o Transporte de Carga, Logística, Distribuição, Distribuição Urbana, Frota dedicada, Transporte de &#8220;ponto a ponto&#8221; e Inteligência Logística.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A empresa conta com uma trajetória de empreendedorismo e muita inovação. Sendo reconhecida pela eficiência em suas operações e pela parceria sólida e de confiança com os clientes, além do pioneirismo em práticas sustentáveis no segmento do transporte no país. <br /><br /></p>
<figure id="attachment_2041" aria-describedby="caption-attachment-2041" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2041 size-full" src="https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2024-01-30-at-14.53.19.jpeg" alt="equipe carsten com a instrutora e palestrante pauline charoki" width="1280" height="1088" srcset="https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2024-01-30-at-14.53.19.jpeg 1280w, https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2024-01-30-at-14.53.19-300x255.jpeg 300w, https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2024-01-30-at-14.53.19-1024x870.jpeg 1024w, https://escutatoria.com/wp-content/uploads/2023/12/WhatsApp-Image-2024-01-30-at-14.53.19-768x653.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption id="caption-attachment-2041" class="wp-caption-text">treinamento soft skills</figcaption></figure>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<h2><strong>Depoimento da Instrutora Pauline Charoki: </strong></h2>
<p></p>
<p></p>
<p><em>Eu tive um enorme prazer em desenvolver a escutatória e comunicação produtiva dos líderes da</em><a href="https://www.linkedin.com/company/carstenservicos/"><em> Carsten Serviços e Transportes</em></a><em>.</em></p>
<p></p>
<p></p>
<p><em>Introduzi também alguns conceitos de Comunicação Não Violenta (CNV) para transformar o clima organizacional, gerar confiança, empatia e colaboração.</em></p>
<p></p>
<p></p>
<p><em>Foram 2 dias intensos de ensinamentos e dinâmicas que ajudaram a equipe a mudar imediatamente os padrões de linguagem para mais conexão e assertividade na comunicação. </em></p>
<p></p>
<p></p>
<p><em>O desafio maior da empresa era fortalecer a relação com os motoristas e caminhoneiros, bem como com os clientes. Um outro desafio era melhorar a comunicação interna para mais produtividade e agilidade. </em></p>
<p></p>
<p></p>
<p><em>Ao finalizar o treinamento a percepção foi que, o time saiu muito conectado e empoderado com ferramentas novas, altamente eficientes e aplicáveis imediatamente. </em></p>
<p></p>
<p></p>
<p><em>Agradeço o happy hour agradável no final do dia. Me senti acolhida, reconhecida pelo meu trabalho e pela minha contribuição. Para mim, foi um momento leve, divertido e ao mesmo tempo intenso e emocionante vendo a transformação de cada membro da equipe, presenciando os insights do CEO </em><a href="https://www.linkedin.com/in/rennancarsten"><em>Rennan Carsten Laurentino</em></a><em> que escreveu a seguinte recomendação no Linkedin: “Profissional excelente! Conduz os treinamentos de forma dinâmica, com clareza e sabedoria. Se conecta com o time de uma forma surpreendente”.</em></p>
<p></p>
<p></p>
<p><em>Mais treinamentos estão previstos em 2024:</em></p>
<p></p>
<p></p>
<ul class="wp-block-list">
<li style="list-style-type: none;">
<ul></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><em>nível 2 para time de liderança com foco em conversas produtivas e feedbacks; </em></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><em>para o resto da equipe Carsten em outros estados do Brasil;</em></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><em>para novos colaboradores em Bauru.</em></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p>NPS (Net Promoter Score) <em>(Total de promotores – Total de Detratores) / Total de respondentes (30– 0) / 30 = 100% &#8211; </em>Média: 9.90</p>
<p></p>
<p></p>
<h2><strong>Perguntas respondidas pelos participantes:</strong></h2>
<p></p>
<p></p>
<h3><strong>1. O que você achou do Seminário?</strong></h3>
<p></p>
<p></p>
<ul class="wp-block-list">
<li style="list-style-type: none;">
<ul></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Victor Laurentino: Inovador. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Tatiana Souza: Muito enriquecedor. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Claudia Sargoneli: Achei ótimo. Enriquecedor! </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Caires Laurentino: Excelente </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rennan Carsten Laurentino: Inspirador! Com muita clareza nas práticas e didática leve e fácil para os níveis. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Valdinei de Paula: Sensacional, com sua experiência nos mostra que podemos ter uma comunicação diferenciada. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Diego Correia da Silva: Muito bom, energia positiva.  </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Rosa: Muito produtivo. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Douglas de Lima Carneiro: Muito bom. Pude ver de fato o quanto é possível melhorar em nossa comunicação e alcançar grandes resultados.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Nathalia Canamo: Muito bom, nos fez pensar em como nos posicionarmos diariamente em nossas atitudes.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Silvio B Ferreira: Achei incrível, meu mindset em relação à comunicação terá novos treinamentos. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Guilherme Venturini: Excelente para meu desenvolvimento profissional, onde preciso praticar com mais frequência o que foi ensinado. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: Excelente! Muito dinâmico e relevante. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Flavio Augusto Lazari Ayub: achei muito produtivo, irá me deixar mais confiante para novos conflitos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Olivetto de Melo: Ótimo! Despertou palavras e momentos, onde devemos colocar melhor na comunicação.  </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Alzani: Excelente! Muito produtivo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Matheus Lucas Moraes da Silva: Excelente!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rodrigo Alves Moreira: Achei incrível! Acredito que irei melhorar e utilizar muito no meu dia a dia.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Beatriz Laurentino: Muito bom! Agregou muito!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Luciano Lopes Ribeiro: Excelente!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Natália Bernardino: Muito produtivo e esclarecedor.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Julio Cesat T Luis: Extremamente válido para o nosso dia a dia profissional e pessoal.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Marcos Vicentin: Gostei muito. A forma de conduzir/conectar uma abordagem com a próxima.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Renato Cesar Rodrigues: Deslumbrante.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Victor Luiz Saunite: Incrível, agregou imensamente recursos para o nosso dia a dia.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Andressa Machado: Foi enriquecedor saber como se posicionar em relação ao outro e ter argumento em uma negativa.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Miele Cristina Santos: Foram 8 horas de muito conhecimento, abordando assuntos que são diários, porém de uma forma inovadora em meu conceito de pensar e agir.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Priscila Rodokas Barbosa: Prazeroso, agregou em todo período para realizar no meu dia a dia. As palavras têm poder sobre nós.  </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Emanuel Teodoro: Deslumbrante! De fato, podemos adquirir muito conhecimento para aplicar na vida profissional.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Claudia Friedberger: ótimo! Assuntos e instruções que eu nunca tinha ouvido. Bem dinâmico também. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<h3><strong>2. O que você diz sobre a condução/abordagem do instrutor?</strong></h3>
<p></p>
<p></p>
<ul class="wp-block-list">
<li style="list-style-type: none;">
<ul></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Tatiana Souza: Bem clara.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Victor Laurentino: Muito impactante de uma forma leve e clara. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Claudia Sargoneli: Muito boa, domina o assunto e boa condução. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Caires Laurentino: Clara e objetiva. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rennan Carsten Laurentino: Soube conduzir de forma prática e precisa, abordando temas óbvios de uma forma totalmente diferente. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Valdinei de Paula: Segurança e clareza.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Diego Correia da Silva: Condução espetacular, mostra a aplicação, conhecimento do assunto abordado e de maneira fácil para entendimento. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Rosa: Muito técnico, sabe o que fala e faz. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Douglas de Lima Carneiro: Muito clara e dinâmica. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Nathalia Canamo: Excelente, muito conteúdo de forma clara e leve. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Silvio B Ferreira: Sensacional, de uma clareza e leveza. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Guilherme Venturini: A Pauline tem comunicação clara e objetiva fazendo com que o treinamento tenha fácil interpretação. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: Com muita clareza!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Flavio Augusto Lazari Ayub: A Pauline soube realizar o treinamento muito bem, demonstrou domínio do assunto.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Olivetto de Melo: Ótima, objetiva e direta.  </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Alzani: Fácil e dócil</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<ul class="wp-block-list">
<li style="list-style-type: none;">
<ul></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: Com muita clareza</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Matheus Lucas Moraes da Silva: Muito boa! Fácil aprendizagem. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rodrigo Alves Moreira: Excelente! Dinâmica, explica tudo com muita clareza.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Beatriz Laurentino: Excelente!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Luciano Lopes Ribeiro: Maravilhoso!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Natália Bernardino: Maravilhosa! Conduz com excelência. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Julio Cesar T Luis: Condução extremamente clara e objetiva.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Marcos Vicentin: Conduziu muito bem. Utilizou de novas ferramentas para fazer todos participarem, o que faz toda a diferença.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Renato Cesar Rodrigues: Conduz de forma clara e bem explicativa.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Victor Luiz Saunite: Domínio extremo do assunto abordado.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Andressa Machado: Foi muito envolvente, conduziu o treinamento de uma forma que todos participaram.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Miele Cristina Santos: A abordagem pelo fato de ter dinâmica ajudou a não ser exaustivo, e a condução da instrutora foi muito agradável. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Priscila Rodokas Barbosa: Ótima, clara e muito assertiva. O modo que conduz o treinamento ficou muito claro.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Emanuel Teodoro: Abordagem e condução com muita propriedade do tema e de fácil entendimento.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Claudia Friedberger: Ótima, muito atenciosa, sabe muito bem do assunto.<br /><br /><strong>3. O que mais chamou a sua atenção?</strong></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p></p>
<p><!-- /wp:post-content --></p>
<p><!-- wp:list {"ordered":true,"start":3} --></p>
<ol start="3">
<li style="list-style-type: none;">
<ol start="3"><!-- wp:list-item --></ol>
</li>
</ol>
<ol start="3">
<li style="list-style-type: none;"> </li>
</ol>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- /wp:list --></p>
<p><!-- wp:list --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><!-- wp:list-item --></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Tatiana Souza: A parte prática. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Victor Laurentino:  A forma que conversamos com as pessoas. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Claudia Sargoneli: Como gerar conexão e acolher o outro.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Caires Laurentino: A facilidade de poder entender o que se passa.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- /wp:list --></p>
<p><!-- wp:list --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><!-- wp:list-item --></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rennan Carsten Laurentino: Conseguiu falar com dados os temas necessários para a evolução de nossa empresa. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Valdinei de Paula: A forma de se comunicar. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Diego Correia da Silva: Palavras com interpretações assertivas e como utilizá-las. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Rosa: Todo o conteúdo e ver o tanto que temos que melhorar. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Douglas de Lima Carneiro: Saber o quão poderoso é uma comunicação assertiva. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Nathalia Canamo: A forma da abordagem, onde levou todos os participantes, sem a “obrigação” de ter que falar, deixou livre, a disposição e todos falaram. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Silvio B Ferreira: No domínio do assunto, além das aplicações na prática. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Guilherme Venturini: A explicação sobre acolhimento e as palavras corretas para o dia a dia.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: A forma que nos fez olhar para o nosso interior.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Flavio Augusto Lazari Ayub: Que não sabia dialogar corretamente e existem técnicas bem assertivas.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Olivetto de Melo: A de colocar o outro como protagonista.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Alzani: Habilidade nas colocações das informações.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: A forma que nos fez olhar para o nosso interior</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Matheus Lucas Moraes da Silva: A facilidade em nos conectar.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rodrigo Alves Moreira: Que podemos ser pessoas melhores sabendo se posicionar e falar da maneira correta com as pessoas.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Beatriz Laurentino: A dedicação e facilidade da ministrante em ensinar o conteúdo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Luciano Lopes Ribeiro: Toda informação e as histórias</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Natália Bernardino: A importância de se interessar pelo mundo do outro. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Julio Cesar T Luis: Chamou minha atenção o grau de conhecimento da instrutora sobre os temas abordados.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Marcos Vicentin: Que nem sempre precisamos usar das perguntas fechadas na comunicação. Temos muitas outras maneiras de nos comunicar e não ser agressivos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Renato Cesar Rodrigues: A abordagem das palavras e situações.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Victor Luiz Saunite: Como situações corriqueiras da rotina podem ter desfechos diferentes se respondido com inteligência. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Andressa Machado: Que se colocar no lugar do outro talvez não seja a solução e escutar e validar o que a pessoa sente. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Miele Cristina Santos: A forma e exemplos do meu dia a dia ser usado como recurso de aula, trazendo clareza no que é ensinado.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Priscila Rodokas Barbosa: A maneira de expressar e repassar todo conhecimento, de aprender o que na verdade significa empatia. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Emanuel Teodoro: O método e a facilidade de poder conduzir de forma clara e de fácil entendimento. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Claudia Friedberger: Assuntos abordados, interação com os participantes e a dinâmica.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- /wp:list --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<h3>4. <strong>O que achou das condições e dos recursos logísticos?</strong></h3>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:list --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><!-- wp:list-item --></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Tatiana Souza: Ótimo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Victor Laurentino: Ótimo. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Claudia Sargoneli: Ótimo. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Caires Laurentino: Top 10 </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rennan Carsten Laurentino: Excelente. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Valdinei de Paula: Fácil acesso. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Diego Correia da Silva: Ótimos, com o que aprendi hoje certamente conseguirei aplicar na empresa que trabalho.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Rosa: Vamos conseguir aplicar toda a aula em nosso dia a dia. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: Muito Bom, completo!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Douglas de Lima Carneiro: Excelente. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Nathalia Canamo: Muito bom. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Silvio B Ferreira: Muito bons. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Guilherme Venturini: Estavam perfeitos, sem reclamação. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Flavio Augusto Lazari Ayub: Ótimo!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Alzani: Bastante cirúrgico</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Matheus Lucas Moraes da Silva: Ótimos</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rodrigo Alves Moreira: Muito produtivo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Beatriz Laurentino: Muito bom!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Luciano Lopes Ribeiro: Muito bom!</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><!-- wp:list-item --></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Natália Bernardino: Tudo perfeito</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Julio Cesta T Luis: Condições adequadas para a realização do seminário.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Renato Cesar Rodrigues: Ótimo!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Victor Luiz Saunite: Excelente, sem nada a pontuar.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Andressa Machado: Foi tudo conforme, não houve divergências, estava dentro do esperado.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Miele Cristina Santos: Condições e recursos ótimos. Ambiente descontraído e o formato da sala auxiliou na interação do grupo. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Priscila Rodokas Barbosa: Totalmente favoráveis.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Emanuel Teodoro: Ótimo</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Claudia Friedberger: Ótimos<br /><br />
<h3><strong>5. O que faltou? Quais as suas sugestões para melhorar este seminário?</strong></h3>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- /wp:list --></p>
<p><!-- wp:list {"ordered":true,"start":5} --></p>
<ol start="5">
<li style="list-style-type: none;">
<ol start="5"><!-- wp:list-item --></ol>
</li>
</ol>
<ol start="5">
<li style="list-style-type: none;"> </li>
</ol>
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<p><!-- /wp:list --></p>
<p><!-- wp:list --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><!-- wp:list-item --></ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Tatiana Souza: Saque. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Victor Laurentino: Mais atividades dinâmicas. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>João Caires Laurentino: Para mim não faltou nada. Me surpreendeu. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Diego Correia da Silva: Vídeos durante a aplicação de exemplos para melhoria no entendimento. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Rosa: Não faltou nada. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Leandro Areias Ferreira: No momento nada a melhorar.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Douglas de Lima Carneiro: Achei completo. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Nathalia Canamo: Ter materiais de todos os temas, igual alguns tiveram para acompanhar e fazer anotações em tempo real. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Silvio B Ferreira: Não acho que tenha faltado algo. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Flavio Augusto Lazari Ayub: Não faltou nada.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Olivetto de Melo: Mais dinâmicas.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ricardo Alzani: Vídeos mais alusivos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Guilherme Venturini: Não faltou nada. </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Matheus Lucas Moraes da Silva: Talvez mais tempo, com mais dias, mais chance de aprendizado.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Rodrigo Alves Moreira: N/A</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Beatriz Laurentino: A meu ver não faltou nada.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Luciano Lopes Ribeiro: Nada. Tudo ótimo!</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Julio Cesat T Luis: Mais tempo, pois os temas abordados são excelentes para o dia a dia e com mais tempo poderíamos aprender mais.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Marcos Vicentin: acredito que não faltou nada. É uma experiencia única.  </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Renato Cesar Rodrigues: Mais tempo para mais discussões sobre os assuntos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Victor Luiz Saunite: Sem nada a pontuar.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Andressa Machado: Acredito que é um treinamento completo.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Miele Cristina Santos: N/A</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Priscila Rodokas Barbosa: Acredito que não faltou nada, foi agradável e enriquecedor.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Felipe Emanuel Teodoro: O tempo foi ideal</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><!-- /wp:list-item --></p>
<p><!-- wp:list-item --></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Ana Claudia Friedberger: Mais tempo e passar para a empresa toda.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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<p><!-- wp:paragraph --></p>
<h2><strong>Leia o artigo postado pela empresa no Linkedin</strong><strong>:</strong></h2>
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<p><a href="https://www.linkedin.com/posts/carstenservicos_lideran%C3%A7a-carsten-activity-7097190917106745344-ni1A?utm_source=share&amp;utm_medium=member_desktop">https://www.linkedin.com/posts/carstenservicos_lideran%C3%A7a-carsten-activity-7097190917106745344-ni1A?utm_source=share&amp;utm_medium=member_desktop</a></p>
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		<title>Semana da Escutatória 100% online e gratuito</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 12:12:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[A 1ª SEMANA JÁ ACABOU E FOI UM SUCESSO. INSCREVA_SE PARA SER NOTIFICADO DA PROXIMA CLICANDO NO LINK: Aumente sua liderança natural, sua influência e ao mesmo tempo seja mais você mesmo! 1ª semana da escutatória com Thomas Brieu,e convidados especiais: Marcelo Girade, Leny Kyrillos, Milton Jung, Marc e Elisa Tawil, e Vilma Mendes,de 10 [&#8230;]]]></description>
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<p>A 1ª SEMANA JÁ ACABOU E FOI UM SUCESSO. INSCREVA_SE PARA SER NOTIFICADO DA PROXIMA CLICANDO NO LINK:</p>



<figure class="wp-block-embed-wordpress wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-thomas-brieu"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.brieu.com.br/curso/
</div></figure>



<p>Aumente sua liderança natural, sua influência e ao mesmo tempo seja mais você mesmo!</p>



<p>1ª semana da escutatória com Thomas Brieu,e convidados especiais: Marcelo Girade, Leny Kyrillos, Milton Jung, Marc e Elisa Tawil, e Vilma Mendes,<br>de 10 a 14 de agosto todo dias das 19 as 20 h. Serão 5 dias de conteúdo, reflexão e exercícios com nossos convidados especiais.</p>


<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1156" src="http://comunicacaoprodutiva.com.br/wp-content/uploads/2020/07/1era-semana-da-escutatória.png" alt="" width="1199" height="1179"></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Como dar provas de empatia, mesmo a distancia, mesmo quando acho que o outro não merece&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mfaccin08]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2020 14:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escutatória]]></category>
		<category><![CDATA[curva de emoções; inteligência emocional; conversas difíceis; lidar com objeções; agressividade]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
		<category><![CDATA[escuta]]></category>
		<category><![CDATA[escutatória]]></category>
		<category><![CDATA[inteligenciaemocional]]></category>
		<category><![CDATA[objeções]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora em períodos de crise, seja natural sentir compaixão e empatia por aqueles que sofrem mais e, consequentemente, presenciemos frequentes cenas de cooperação, de generosidade, a tendência é que, nesses tempos de crise, haja mais demanda por empatia do que oferta de empatia. Usualmente definimos empatia como a habilidade de nos colocarmos no lugar do outro. [&#8230;]]]></description>
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<p>Embora em períodos de crise, seja natural sentir compaixão e empatia por aqueles que sofrem mais e, consequentemente, presenciemos frequentes cenas de cooperação, de generosidade, a tendência é que, <strong>nesses tempos de crise, haja mais demanda por empatia do que oferta de empatia.</strong></p>
<p>Usualmente definimos empatia como a habilidade de nos colocarmos no lugar do outro. O problema é que essa definição nos coloca diante de dois paradoxos.</p>
<p>O primeiro é que a pandemia tem uma característica singular. Cada um de nós está vivenciando situações totalmente inesperadas, imprevisíveis e inéditas, não em termos da história humana e sim desta geração. Tratam-se de dramas, tragédias, oportunidades individuais que têm, como ponto em comum, o fato de acontecerem pela primeira vez.</p>
<p>Assim sendo como nos colocarmos no lugar do outro se nunca experienciamos algo semelhante? Como demostrarmos empatia de forma sincera e genuína sem que pareça <em>fake</em>? se pessoalmente não passamos, nem de longe, pela experiência do outro?</p>
<p>O segundo paradoxo é que a aplicação literal da definição não funciona quando precisamos dar provas de empatia uma vez que em absoluto, ninguém pode se colocar no lugar do outro e, quando alguém tenta fazê-lo, temos, não raro, a sensação de desconforto ou, até, de invasão de nossa individualidade. Isso ocorre porque <strong>empatia não é identificação</strong>. Empatia não é simpatia.</p>
<p>Por exemplo, quando ouço as expressões <em>“eu sinto que você&#8230;.” / “tenho a certeza de que você&#8230;” / “eu sei que você&#8230;.” / “como você já sabe</em>&#8230;.”, percebo-as como invasivas, porque aquilo que sinto e quero é algo muito íntimo e pessoal; consequentemente, uma voz interna responde: <em>“quem é você para sentir por mim, para ter certezas por mim, para saber por mim?”</em>. Bem assim, quando me dizem:<em> “entendo o seu ponto de vista&#8230;” / “compreendo o que você disse</em>&#8230;”, minha vontade é perguntar: <em>“o que você entendeu? dê-me uma prova de que compreendeu.”.</em></p>
<p>Da mesma maneira, quando aconselhamos, sem que o outro nos tenha pedido (<em>“se eu fosse você&#8230;”</em>), ou sobrepomos nossa história à do outro (“<em>eu</em> <em>também já passei por isso</em>&#8230;.”), corremos o grande risco de deixarmos de ser empáticos, porque assumimos o protagonismo, que deveria ser do outro.</p>
<p>Presenciei, até, uma situação infeliz em um hospital, relacionada a cuidados paliativos. A enfermeira, querendo demostrar empatia a uma mãe, que chorava, desesperada, porque estava perdendo o filho de 28 anos, com câncer, disse: <em>“se eu estivesse no seu lugar, já teria me matado&#8230;”</em>.</p>
<p>Reconheço que, em todos esses casos, existe a intenção empática de se colocar no lugar do outro, infelizmente a intenção não é suficiente na hora de dar provas de empatia.</p>
<p>A boa notícia é que nossa sensibilidade, neurônios espelhos e uma programação ancestral de nosso cérebro fazem com que, mesmo que nossos sentimentos não sejam exatamente os do outro, a situação deste nos afeta, não nos deixa indiferentes. O fato é que somos sensíveis as necessidades do outro e não custa nada acolher e reconhecer elas, nem que seja com palavras.</p>
<h2><strong>E então? Como dar provas de empatia que funcionem?</strong></h2>
<p>Primeiramente, sugiro adotar uma nova definição:</p>
<p><strong><em>“demostrar empatia é fazer com que o outro sinta que suas necessidades foram escutadas e acolhidas, embora nem sempre nos identifiquemos ou concordemos com elas”.</em></strong></p>
<p>Mesmo que o atendimento à necessidade do outro não esteja a nosso alcance, nem sempre dependa de um comportamento nosso, podemos, por meio da precisão e clareza de nossa fala e escuta, mesmo que à distância, dar-lhe provas de empatia, que costumam acontecer quando:</p>
<ul>
<li>Inspiramos antes de responder, além de mostrar que as palavras do outro estão ressoando em nós, é uma maneira de evitar respostas reativas;</li>
<li>adotamos uma postura de abertura física e mental; desenvolvemos nossa curiosidade, interessando-nos genuinamente pela visão alheia; fazendo perguntas abertas, uma de cada vez;</li>
<li>acolhemos as palavras do outro como são, sem concordar nem discordar. Através de uma suspensão temporária do ego e do julgamento;</li>
<li>mencionamos a repercussão que as palavras dele tiveram em nós, através de uma “<u>história personalizada</u>” criada por nós mesmo e que consiste em repetir, ao máximo, as palavras exatas do outro, introduzindo-as por expressões, tais como: <em>“quando você me disse&#8230;., eu me senti&#8230;” / “você falou&#8230;., e eu fiquei&#8230;” / “sinto que eu&#8230;.” / “isso me remete&#8230;.” /</em> <em>“realmente &#8230;” / “faz sentido&#8230;, sobretudo&#8230;.” / “é natural&#8230;.”/ “é legitimo&#8230;, ainda mais que&#8230;.”</em> e a seguir dar prova de escuta contando o impacto que as palavras dele tiveram em nós.</li>
</ul>
<p>Insisto neste aspecto: é a qualidade da história personalizada que acolhe; portanto, não basta responder: <em>“eu sei como é”/ “é verdade” / “concordo” / “compreendo “ / “entendo o seu ponto de vista”..</em>.</p>
<p>Imaginemos que um colaborador seu reclame, com razão, de que não aguenta mais as reuniões &#8220;online&#8221; porque as considera improdutivas. Uma coisa é dizer: <em>“você tem razão</em>” ou “<em>é verdade, também acho</em>”; outra, bem diferente, é contar uma história pessoal: <em>“Quando você me diz que não aguenta mais fazer reuniões virtuais em sua casa, é natural, pois se trata de uma situação nova. De fato, elas podem parecer improdutivas, ainda mais porque a qualidade do som e da imagem falham frequentemente&#8230;.”</em> ou esta: <em>“Quando você me diz que não aguenta mais fazer reuniões virtuais em sua casa, sinto muito e fico com a impressão de que precisamos melhorar, tanto a duração quanto a maneira de conduzi-las; o que você sugere?”</em>.</p>
<p>Por vezes, simples expressões como: <em>“caramba!”</em>,<em> “poxa!”, “não acredito!”</em>, ditas com sinceridade e emoção, constituem provas de escuta e fazem com que o outro se sinta acolhido. Se acolher não significa concordar ou se identificar, talvez você se questione:</p>
<h2><strong>Como discordar de forma empática, sem gerar atritos desnecessários?</strong></h2>
<p>Afirmo que isso é possível:</p>
<ul>
<li>Desde que, primeiramente, tenhamos acolhido a história do outro e oferecido uma prova de escuta, demonstrando, verbalmente, a repercussão que as palavras do outro tiveram em nós.</li>
<li>Desde que substituamos as conjunções adversativas, tais como: <em>“mas”, “no entanto”, “porém”, “contudo”</em>, pelas expressões aditivas: <em>“ao mesmo tempo”, “e”, “por outro lado”, “além disso”, </em>a fim de estabelecermos a transição do acolhimento para o posicionamento.</li>
<li>Desde que substituímos as falas “VOCÊ” com conotação crítica, de acusação e julgamento, por falas “EU” na primeira pessoa. Por exemplo troquemos frases tais como: <em>“não concordo, você está errado&#8230;” / “você não entendeu!” / “eu já te disse!”/ “você precisa entender que&#8230;.”, </em>por estas: <em>“tenho uma opinião diferente&#8230;”/ “enxergo de outra forma&#8230;” </em>/ <em>“preciso ser mais claro&#8230;.” / “deixe-me explicar melhor&#8230;”.</em></li>
</ul>
<p>Isso significa que oferecer empatia não implica sair do palco, para colocar o outro em nosso lugar. Ao contrário, trata-se de conjugar duas histórias, levando em consideração os “quereres” e “sentires”, necessidades e emoções do outro, <u>antes</u> de se posicionar de forma sincera e transparente, mas jamais violenta. Neste momento, talvez você se pergunte:</p>
<h2><strong>Como demostrar empatia, se considero que o outro não precisa ou não merece?</strong></h2>
<p>Para responder-lhe, peço que imagine situações onde você combinou algo, com uma pessoa que não é do seu círculo próximo, e ela não o cumpriu; que imagine que em tempos de confino você possui regras de convívio para sua casa, condomínio, comunidades, e um dos membros passou a desrespeitá-las; ou ainda que você percebeu que alguém mentiu ou o traiu.</p>
<p>Será que, nesses casos, você precisa, mesmo, demostrar empatia? Se, para que o problema seja resolvido, um comportamento especifico do outro se faz necessário, então a minha resposta é &#8220;sim&#8221;. Não adianta mostrar que você tem razão e esperar que ele tome consciência de que está errado, porque não se trata de negociar crenças, mas, sim, comportamentos e obter um determinado resultado. Diante disso, não há melhor ferramenta de engajamento do que a escuta empática na hora de alcançar resultados.</p>
<p>Lembro-me de que, em um “workshop”, uma das participantes (em um dos exercícios que simulavam interação com um revendedor dela, o qual ela achava ser de má-fé) não conseguia deixar de se comunicar com violência. De repente, ela passou a demostrar empatia. Perguntamos: <em>“o que aconteceu?</em>” e ela respondeu: <em>“em vez de imaginar o revendedor de má-fé, passei a considerar exatamente os mesmos fatos e a fazer como se estivesse falando com o meu revendedor favorito</em>”.</p>
<p>Portanto, independentemente do real intento do outro, as dicas são:</p>
<ul>
<li>para obter os resultados desejados, cabe-nos acolher a legitimidade da fala do outro e nos concentrarmos nos fatos, deixando de lado a nossa tendência de atribuirmos más intenções aos outros. Naturalmente isso requer desapego e abandonar uma visão autocentrada do mundo, bem como deixar de levar para o lado pessoal e aceitar que o outro está fazendo o melhor, dentro das limitações dele;</li>
<li>interessar-se pelo outro, mesmo que ele diga o que não queremos ouvir, compreendendo que deve ter motivos legítimos para pensar daquela maneira, lembrando que acolher a estes não significa necessariamente concordar com eles;</li>
<li>antes de rebater (o que constitui nossa tendência natural), inspirar profundamente, escutar e dar provas de escuta.</li>
</ul>
<p>Todas essas reflexões suscitam outro paradoxo, como praticá-las, se, principalmente em épocas de crise, nossas próprias necessidades não são acolhidas?</p>
<h3>Como pedir empatia para nós mesmos?</h3>
<p>O fato é que quanto mais acelerado, quanto mais estressado, quanto mais informado =&gt; menos empáticos e mais indiferentes a dor alheia nos tornamos. Riqueza da informação, sobretudo em períodos de estresse, provoca pobreza da atenção e, consequentemente um declínio da escuta e da empatia.</p>
<p>Em situação de crise, cada um de nós passa pela conhecida curva da emoção, que desperta nossos reflexos mais básicos de sobrevivência, defesa e medo. Assim é natural que diversas questões nos acometam: como lidar com o confinamento? como manter foco com crianças em casa? como ajudar, se estamos impedidos de sair de casa? o que acontecerá com nossas famílias, amigos, empresa, saúde? o que vai acontecer com nossos empregos, metas, planejamento, dívidas? vai passar? sim, mas a que preço? A nossa mente é campeã em se <u>pré</u>-ocupar com aquilo que não tem respostas. Assim, é totalmente natural que tenhamos dificuldades para dormir, para lidar com esse “novo normal” e, sobretudo, para sermos empáticos, porque os reflexos automáticos da sobrevivência traduzem-se em padrões tóxicos de linguagem.</p>
<p>Então, para quem sente falta de empatia e acolhimento, menciono, abaixo, duas dicas.</p>
<ul>
<li>É preciso dar para receber. Convites do gênero “coloque-se em meu lugar” não funcionam. Empatia se oferece, não se pede. Ela obedece à lei da reciprocidade, uma das mais universais.</li>
<li>Assim, para que você se sinta escutado e acolhido, não espere que o outro adivinhe suas necessidades e emoções; ao contrário, verbalize, de forma clara e não violenta, o comportamento que espera do outro; desse modo, estará oferecendo insumos e matéria-prima para que ele possa demostrar empatia para você.</li>
</ul>
<p>Em tempos de crise e carência, mesmo que nos possamos sentir impotentes frente aos acontecimentos externos, <strong>dar provas verbais de empatia faz toda a diferença, semeia leveza em ambientes pesados, provoca engajamento, boa vontade e dissolve resistências</strong>. Além disso, não custa nada; basta inspirar profundamente antes de falar (isso impede o surgimento de respostas automáticas) e elaborar uma prova de escuta, sob a forma de uma história acolhedora e personalizada.</p>
<p>Eis meu convite: que tal demostrar empatia à distância, sem contato físico, para nossos pares, colegas de trabalho, familiares, mesmo quando achamos que estamos todos “igualmente vítimas” da mesma situação? Que tal demostrar empatia mesmo para aqueles que acho que não precisam ou não merecem, mesmo quando ela é o que mais nos faz falta, mesmo quando nossas necessidades básicas não são atendidas?</p>
<p>Sobre o Autor: <a href="https://www.linkedin.com/in/thomas-brieu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Thomas BRIEU,</em></a><em> Franco-Brasileiro, ao longo de 15 anos de observação e experimentação em milhares de conversas e negociações, se questionou: o que provoca aproximação e o que provoca resistência no outro?</em></p>
<p><em>Incorporando os estudos mais recentes sobre neurociência, liderança, negociação e andragogia, desenvolveu um método que permite a cada pessoa mapear </em><a href="https://www.linkedin.com/pulse/5-dicas-para-escutar-mais-e-melhor-thomas-brieu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>os seus padrões não produtivos de linguagem e de escuta</em></a><em> e praticar alternativas eficientes de comunicação como uma nova ecologia da linguagem.</em></p>
<p><em>Atualmente reside no Brasil e é reconhecido<del> </del>pelos seus </em><a href="https://dagora.net/curso-de-escutatoria-storytelling/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer"><em>treinamentos em Escutatória, Foco, Liderança, Vendas, Storytelling ao vivo e Inteligência Emocional.</em></a></p>
<p><em>Além disso, se dedica à projetos de conservação (RPPN´s) e estuda o que a natureza e a biomimética têm para nos ensinar no que se refere a comportamentos e relações humanas, por exemplo, </em><a href="https://www.linkedin.com/pulse/5-li%C3%A7%C3%B5es-da-natureza-sobre-competi%C3%A7%C3%A3o-e-coopera%C3%A7%C3%A3o-thomas-brieu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>no jogo de competição x cooperação.</em></a></p>
</div>
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		<title>Na natureza, competição é exceção, cooperação é regra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mfaccin08]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2019 22:26:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[biomimetica]]></category>
		<category><![CDATA[competição e cooperação]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo é um resumo da palestra feita em novembro de 2018 na HSM Expo 2018 (clique aqui para ver os slides) A biomimética tem considerado a natureza como o nosso professor na condução de processos criativos, essencialmente no que se refere a inovações tecnológicas e materiais. O fato é que a natureza tem muito a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.slideshare.net/ThomasBrieu/5-lies-da-natureza-sobre-competio-e-cooperao-125179323" target="_blank" rel="noopener">Este artigo é um resumo da palestra feita em novembro de 2018 na HSM Expo 2018</a><a href="https://www.slideshare.net/ThomasBrieu/5-lies-da-natureza-sobre-competio-e-cooperao-125179323"> (clique aqui para ver os slides)</a></p>
<p>A biomimética tem considerado a natureza como o nosso professor na condução de processos criativos, essencialmente no que se refere a inovações tecnológicas e materiais. O fato é que a natureza tem muito a nos ensinar também no que tange a comportamentos.</p>
<p>Recentemente estive me atualizando sobre o que os cientistas da vida, os biólogos, têm a nos dizer quanto à dicotomia entre cooperação e competição. Embora sob risco de deixar de lado muitas informações, fiz questão de compartilhar o resultado de minha pesquisa, tanto na palestra que dei em novembro para a HSM Expo 2018, quanto por meio deste artigo.</p>
<p>Quais são os fundamentos dos comportamentos competitivos e cooperativos? Sua origem é natural ou cultural? Como a observação da natureza pode nos ajudar a refletir sobre esse tópico?</p>
<p><strong>1-</strong><strong>O paradoxo da competição</strong></p>
<p>A ideia segundo a qual é o mais forte que sobrevive e que a competição é o principal fator de evolução das espécies através da seleção natural é uma primeira lição que a natureza <u>não</u> disse. Pesquisando melhor, percebi que mais uma construção ideológica e cultural do que um fato científico. Acontece que o contexto histórico e cultural fez com que o conceito de competição, pela sua simplicidade intuitiva e sedutora, ocupasse um lugar maior do que deveria no imaginário coletivo. Assim, passamos a enxergar – e, sobretudo, justificar – modelos econômicos e de organização social por meio do prisma da competição. A revolução industrial é um exemplo, ao estimular o liberalismo e a competição entre organizações piramidais e centralizadas. Não é de se estranhar que nossa visão do mundo se tenha influenciado por essa criação cultural e que cada um de nós, em proporções maiores ou menores, acabemos enxergando nossa própria vida como um combate, uma competição.</p>
<p>Esse viés cultural explica que, de um lado, Adam Smith seja lembrado essencialmente por suas ideias liberais e conceitos de “mão invisível” e “homo economicus” (racional e frio), segundo os quais a maximização dos interesses individuais de forma egoísta repercute positivamente no bem-estar do grupo, e, por outro lado, que Charles Darwin se tenha notabilizado pela ideia de que a seleção natural é a lei do mais forte, a lei da selva.</p>
<p>Paradoxalmente, algo menos lembrado é que ambos acabaram dedicando a maior parte de suas vidas a análises sobre simpatia, empatia e observação de comportamentos altruístas e cooperativos. A. Smith redigiu a “teoria dos sentimentos morais”, que estabelece mecanismos de relação social entre os indivíduos mais complexos do que a simplicidade do “homo-economicus”.  Por sua vez, C. Darwin escreveu “Da expressão das emoções nos humanos e nos animais” e, para ser preciso, afirmou que aqueles que sobrevivem e se sobressaem não são os mais fortes e, sim, os mais aptos, os mais adaptáveis, maleáveis e criativos.</p>
<p><strong>2-Os grupos altruístas e cooperativos superam os grupos egoístas e competitivos</strong></p>
<p>O hoje conhecido experimento com galinhas, realizado por William Muir, gerou polêmica na época de sua divulgação. Ele comparou dois tipos de seleção, de um lado, selecionou os indivíduos com maior produtividade individual para compor as gaiolas, e do outro, selecionou gaiolas, baseada na produtividade do grupo, da gaiola como uma entidade. Após seis gerações, as supergalinhas, oriundas dos processos de seleção individual, demonstravam características supercompetitivas e agressivas, enquanto as outras mostraram características mais cooperativos e mansos e sobretudo um aumento na produção de ovos por gaiola de 160% em relação às primeiras. A coesão social venceu o egoísmo.</p>
<p>Em 2007, os evolucionistas, David S. Wilson e Edward O. Wilson, quebraram os paradigmas entre os especialistas e colocaram um ponto final nessa polêmica: “<em>Visto de dentro do grupo, o egoísmo supera o altruísmo. Visto de fora, os grupos altruístas e cooperativos superam os grupos egoístas e competitivos. O resto é só especulação!”</em></p>
<p>Assim, a longo prazo e adotando uma visão sistêmica, as organizações que conseguem equilibrar competição e cooperação estimulam comportamentos altruístas e cooperativos.</p>
<p><strong>3-Competição é exceção, cooperação é regra</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1069 aligncenter" src="http://comunicacaoprodutiva.com.br/wp-content/uploads/2019/01/cooperation-x-competition-image2-1.jpg" alt="" width="218" height="205" /></p>
<p>Cooperação e competição são os pilares da evolução, mas a segunda acontece apenas em momentos pontuais, porque é muito incerta, desgastante, cansativa e perigosa. Entretanto, possui a virtude de otimizar o uso de recursos escassos, além de se constituir em um incentivo para fazer melhor, para se ultrapassar, para estimular a inovação e procurar soluções fora da caixa.</p>
<p>O fato é que, na natureza, a competição é limitada à hora da reprodução, da partilha, da defesa de territórios e, dependendo do ponto de vista, da alimentação (se, porventura, não se tem a sorte de poder transformar o sol em comida). Por ser, de certa forma, aleatória, ela é custosa e arriscada, quando se trata de assegurar a vida a longo prazo.</p>
<p>Se a competição é pontual, a cooperação é onipresente. A fotossíntese, a respiração, a vida em si são o resultado direto de processos de cooperação entre espécies e reinos (animal, vegetal e mineral); dentre esses, essencialmente entre bactérias, algas, vegetais, fungos e até minerais, que se relacionam de acordo com a lei da reciprocidade. Mais de 50% do peso do corpo humano é constituído por bactérias, que são seres vivos autônomos, e é melhor zelar por elas para ter boa saúde.</p>
<p>Mais interessante ainda é o fato que os humanos estabeleceram modalidades de cooperação em escalas antes nunca atingidas no mundo natural. De acordo com o Yuval Harari (1), a civilização humana é o que é, antes de qualquer coisa, porque resultado de processos avançados de cooperação, que se tornaram possíveis pela nossa peculiaridade de criar histórias e narrativas e, sobretudo, de acreditar nelas.</p>
<p>Servigne e Chapelle (2) lembram que são quatro os níveis de cooperação e reciprocidade próprios do homem, listados a seguir.</p>
<ul>
<li>A reciprocidade condicional é o princípio do comércio, em que desconhecidos aceitam trocar bens e serviços por pagamento.</li>
<li>A reciprocidade reforçada é o princípio da lei que estabelece punições e recompensas para fomentar comportamentos pró-sociais.</li>
<li>A reciprocidade indireta é o princípio da reputação, segundo o qual o ser humano é cooperativo porque sabe que está sendo observado e julgado pelos pares.</li>
<li>A reciprocidade invisível é a criação de instituições, o que permite a cooperação entre desconhecidos, gerações, diferentes classes sociais e regiões geográficas (por exemplo, o INSS ou até o próprio Estado-Nação).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4-Programação reptiliana versus programação empática</strong></p>
<p>Tomasello (3) demonstrou que, antes de nossa inteligência e da própria linguagem, a extrema vulnerabilidade e fragilidade própria dos mamíferos, primatas e humanos ao nascerem estimularam processos de interdependência e colaboração necessários para a sobrevivência. Nossa necessidade de criar vínculos interpessoais, de perceber e cuidar do outro acarretou um modo supercooperativo que se materializou com o desenvolvimento do córtex pré-frontal e nossa capacidade em demostrar empatia e altruísmo.</p>
<p>Será então que a nossa visão competitiva do mundo, o estresse e ansiedade associados são resultado de processos culturais?</p>
<p>De acordo com a neurociência, a resposta a essa pergunta seria “não apenas”, porque existem fundamentos naturais que se encontram em uma parte ainda mais ancestral do nosso cérebro, chamada de reptiliana, primitiva ou basal, a qual tem a missão de lutar por nossa sobrevivência, interpretando a vida como um combate e separando as informações entre ameaças e oportunidades. Dela vêm nossos reflexos automáticos de paralisação, fuga ou ataque, nossa visão competitiva, binária e escassa de mundo. Nos dias de hoje, qualquer ameaça à nossa autoimagem ou aos nossos próximos, qualquer entrave à nossa visão de mundo, ao nosso senso da justiça, aos nossos planos atuais ou futuros provoca, em primeiro lugar, uma reação de tipo reptiliana, mesmo quando a nossa vida não está em jogo.</p>
<p>Por outro lado, Solnit (4) menciona que, em situação de crise (desastre, catástrofes, ataque terrorista&#8230;), os comportamentos de pânico são quase inexistentes e predomina um clima de cooperação.</p>
<p>Assim viemos de “fábrica” com duas programações que podem parecer antagônicas. Para lidar com elas, C. Argyris &amp; D. Schon, pesquisadores da teoria da ação e do raciocínio produtivo, mostram que, no mundo contemporâneo, a desaceleração do raciocínio (por exemplo, inspirando mais antes de falar) tem sido um fator evidente de produtividade, porque permite sair do automático (reptiliano) e entrar no modo empático e apreciativo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1065 aligncenter" src="http://comunicacaoprodutiva.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Reptiliano-x-empatico.jpg" alt="" width="595" height="286" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5-Três princípios para a existência de vida e inovação</strong></p>
<p><strong><em>Cooperação atrai cooperação</em></strong></p>
<p>Na natureza, observa-se que a vida é resultado de interdependências radicais, onipresentes e frágeis, organizadas em torno da lei da reciprocidade: dar para receber. Do ponto de vista de comportamentos humanos, vários estudos apontam tendências relevantes:</p>
<ol>
<li>o ambiente cooperativo requer, ao mesmo tempo, segurança, igualdade e justiça;</li>
<li>a presença de ameaças ou de um meio hostil pode reforçar fenômenos de cooperação local, com risco de polarização e fechamento em relação ao resto do mundo;</li>
<li>instintivamente, o ser humano é cooperativo, quando alguém precisa de socorro ou ajuda;</li>
<li>os comportamentos altruístas individuais desencadeiam um círculo virtuoso de cooperação e inovação;</li>
<li>em contrapartida, basta uma pessoa trapacear para provocar um afastamento geral e quebrar o frágil ambiente cooperativo.</li>
</ol>
<p>Assim, quem faz o primeiro passo e tem uma atitude colaborativa desencadeia um ambiente de mesmo quilate.</p>
<p><strong><em>Evoluir ao contato com o outro, a diversidade traz resiliência</em></strong></p>
<p>Observamos, na natureza, que a evolução pressupõe o contato com o outro. Em biologia, os fenômenos de associação e simbiose são as maiores fontes de inovação, muito à frente daqueles de competição, e se materializam na forma de superorganismos. Não evoluímos sozinhos; quer seja no amor ou na profissão, procuramos o outro para crescermos juntos.</p>
<p>A principal premissa para que haja seleção natural e evolução é a diversidade. Em uma perspectiva humana, os lugares onde existe diversidade de pensamento, de culturas e opiniões são também os mais criativos e inovadores, como é o caso da antiga Babilônia, ou do atual Silicon Valley, ambos <em>melting pot</em> culturais. Em biologia ou em  ciências sociais, resiliência e diversidade são as duas faces da mesma moeda e andam juntas na hora de evoluir e inovar.</p>
<p><strong><em>Subir de nível</em></strong></p>
<p>Existe uma tendência natural de deslocamento de grupos de organismos para grupos como organismos. Os evolucionistas, John Maynard Smith et Eörs Szathmáry, chamaram esse fenômeno de “transições evolutivas maiores”.</p>
<p>Por sua vez, o evolucionista, David S. Wilson (5), considera que Adam Smith acertou quando se referiu a uma mão invisível que faz com que os comportamentos individuais favoreçam o bem-estar do grupo como um todo. Os superorganismos eussociais, como as formigas ou os cupins, são exemplos em que cada indivíduo age de acordo com regras e tarefas simples e não precisa compreender a complexidade do todo. Por outro lado, Wilson afirma que foi um erro monumental supor que esse tipo de organização dependia apenas de interesses egoístas e que, no que se refere à evolução biológica, os comportamentos egoístas comprometem o bem-estar do grupo.</p>
<p>Mesmo que a espécie humana não seja eussocial, encontramos o mesmo tipo de tendência quando observamos a formação de grupos culturais ou econômicos em torno de um propósito maior, o qual ultrapassa o interesse egoísta de cada membro.</p>
<p>O surgimento da internet ensejou oportunidades de comunicação, interação, colaboração e inovação em escalas globais e sistêmicas nunca antes imaginadas. Com o aparecimento dos conceitos de blockchain, software livre, peer-to-peer, Web 3.0, observamos comunidades com propriedades de auto-organização em rede, que operam de forma decentralizada, com regras compartilhadas, e dispensam os esforços de planificação, coordenação e, consequentemente, uma autoridade central.</p>
<p>Não é de se surpreender que, nas organizações atuais, estratégias de planificação, comando e controle tenham dado lugar às de propósito e cultura organizacional.</p>
<p><strong>6-Conclusão</strong></p>
<p>Durante séculos, filósofos, pensadores e cientistas se debruçaram sobre a diferenciação entre natureza e cultura. Nesse debate, muitas vezes a competição foi considerada como pertencente ao primeiro grupo, ou seja, nata, proveniente de nossa origem animal, ao passo que a cooperação estaria alocada no segundo, ou seja, cultural, adquirida, sustentada por incentivos sociais, regras e instituições.</p>
<p>Entretanto, as descobertas mais recentes em epigenética, neurociências e ciências sociais mostram que natureza e cultura são, na verdade, indissociáveis e co-evoluem, o que vem ocorrendo há milhares e milhares de anos, de geração em geração e de acordo com o meio. A novidade é que, muito recentemente, a evolução cultural atingiu ritmos tão rápidos, inclusive dentro de uma mesma geração, que a biológica não consegue mais acompanhar, obrigando o homem a procurar alternativas nas tecnologias. Mas isso é história para um outro artigo&#8230;</p>
<p>Pessoalmente, acredito que opor a competição à cooperação é uma ilusão social e cultural. Ambos são mecanismos colaborativos complementares e indissociáveis, assim como as noções de altruísmo e egoísmo. Temos os dois profundamente ancorados dentro de nós, tanto biologicamente como culturalmente. Como já destaquei em outros artigos, a magia acontece quando conseguimos conjugar e conciliar noções que nos parecem antagonistas.</p>
<p>Competição e cooperação se manifestam de acordo com seus próprios padrões de linguagem. Está comprovado que as emoções provocam movimentos e que estes também podem ensejar ou reforçar emoções, ou seja, é recíproco. Usando essa analogia, estou convicto de que, ao reforçar o uso de padrões de linguagem cooperativos, em substituição aos competitivos, estimularemos comportamentos e <em>mindset</em> de cooperação. É o primeiro passo para nos tornarmos tão competentes em cooperação como o temos sido em competição.</p>
<ul>
<li>Yuval Harari (2014) “ Sapiens”</li>
<li>Pablo Servigne &amp; Gauthier Chapelle (2017) “L´entraide, l´autre loi de la jungle », 2017</li>
<li>Tomasello et al. (2016)</li>
<li>Rebecca Solnit, A Paradise Built in Hell. The Extraordinary Communities That Arise in Disaster, Penguin, 2009</li>
<li>Wilson DS (2015), “Does Altruism Exist? Culture, Genes, and the Welfare of Others”</li>
</ul>
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		<title>5 dicas para escutar mais e melhor</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jan 2019 21:36:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escutatória]]></category>
		<category><![CDATA[anotações]]></category>
		<category><![CDATA[empatia]]></category>
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		<category><![CDATA[prova de escuta]]></category>
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					<description><![CDATA[Considerava-me um bom ouvinte até que, um dia, percebi que isso não era verdade. Quando realmente aprendi a escutar, enxerguei o mundo e os outros de forma diferente, tudo se simplificou. 1ª – Escutar é uma lição de humildade Se fizermos um exercício simples, ou seja, interrompermos a conversa e tentarmos lembrar as palavras e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Considerava-me um bom ouvinte até que, um dia, percebi que isso não era verdade. Quando realmente aprendi a escutar, enxerguei o mundo e os outros de forma diferente, tudo se simplificou.</p>
<p><strong>1ª – Escutar é uma lição de humildade</strong></p>
<p>Se fizermos um exercício simples, ou seja, interrompermos a conversa e tentarmos lembrar as palavras e ideias exatas que outro expressou nos últimos um ou dois minutos, veremos que não resta muita coisa. As neurociências demostram hoje que nossa memória de curto prazo é limitada a alguns segundos; não passa, sequer, de um minuto. Também sabemos que, escutamos e lembramos proporcionalmente às emoções provocadas pelas palavras do outro. O que permanece é aquilo que passa pelos filtros emocionais, resultado das nossas experiências, educação e, sobretudo, dos vieses psicológicos; não necessariamente aquilo que era o mais importante para o nosso interlocutor. Além disso, muitas vezes alguma expressão específica do outro provoca emoções tão fortes em nós que nos torna temporariamente surdos.</p>
<p>Pior ainda, as neurociências e a psicologia concordam hoje que nossa mente mente para nós e reescreve a realidade de forma enviesada de acordo com nossos filtros. Ou seja, do pouco que, por sorte, escutamos, uma parte ainda é reescrita de forma inconsciente.</p>
<p>Se isso ainda não fosse suficiente, o fato é que a riqueza da informação provoca uma pobreza de atenção. Nosso cérebro e nossa escuta foram programados ao longo de milhões de anos para nossa sobrevivência, para discernir perigo e oportunidade e não para lidar com um mundo digital e exponencial, onde a quantidade de informação duplica a cada dois anos. Estamos em um momento ímpar da História, em que o ritmo da evolução biológica não consegue mais acompanhar o desenvolvimento cultural, a tal ponto que a UNESCO afirma existir um declínio empático provocado pelo excesso de informações.</p>
<p><em>“Entre o que eu penso, o que quero dizer, o que digo e o que você ouve[&#8230;], o que você quer ouvir e o que você acha que entendeu, há um abismo.” A. Jodorowsky</em></p>
<p><strong><em>Moral da história:</em></strong> Enquanto não temos a humildade e a vulnerabilidade de aceitar que nossa capacidade de escuta é limitada, não iremos desenvolver estratégias para escutar mais e melhor.</p>
<p><strong> </strong><strong>2ª – Escutar é uma suspensão temporária do ego. </strong><em>“Estamos tão cheios de nós mesmos que não temos espaço para a história do outro”</em></p>
<p>Aceita essa limitação, a questão é como lidar com ela. Gosto de usar a analogia das gavetas. De acordo com G.Miller (1954), temos entre cinco e nove gavetas para lidar com as informações de curto prazo. Uma vez cheias, o cérebro descarta as informações, o que me lembra a afirmação: “entra por um ouvido e sai pelo outro”.</p>
<p>O problema acontece quando as gavetas já estão tão cheias (muitas vezes de nós mesmos), que não há espaço para acolher a história do outro. Estamos tão preocupados com nossa resposta, nosso argumento, nossa opinião, com o julgamento do outro a nosso respeito, em gostar ou não gostar, concordar ou não concordar, repletos de nossas angústias, preocupações, objetivos e vontades, que, de fato, não resta muito espaço para escutar genuinamente a história do outro.</p>
<p>Escutar é uma decisão, a de suspender temporariamente o ego para focar a atenção no outro, sem julgamento, acolhendo as palavras dele como o são, de fato. Se ele pensa diferente de nós, é porque deve ter uma história, legítima, que ainda não conhecemos. Quem sabe a conversa consciente, desde que sejamos capazes de transformar o conflito potencial em diálogo e negociação, não seja uma oportunidade de evolução de ambas as partes?</p>
<p><strong><em> Moral da história:</em></strong> Escutar é, antes de tudo, esvaziar nossas gavetas e acolher empaticamente a história do outro, ao invés de sobrepor a sua, mesmo sem concordar, conjugando empatia e assertividade.</p>
<p><strong>3</strong>ª &#8211;<strong> Inspirar antes de falar</strong></p>
<p>Escutar é um exercício de presença, de atenção e está intimamente relacionado à respiração. Assim, é fundamental inspirar antes de falar, para finalizar o ciclo da escuta. Entre muitos, eis aqui alguns motivos:</p>
<ul>
<li>É sempre melhor começar a falar com o pulmão cheio;</li>
<li>inspirar leva a respostas inspiradas e mostra,</li>
<li>como o raciocínio é mais lento que as emoções, enquanto o nosso corpo já sente e quer alguma coisa, o tempo da inspiração permite, à nossa mente, fazer o <em>upload</em>;</li>
<li>A inspiração é a chave para sair do modo automático/reptiliano/competitivo e entrar no empático/cooperativo*;</li>
<li>para o outro, que estamos processando as palavras dele.</li>
</ul>
<p><strong><em>Moral da história:</em></strong> Como afirma o médico psiquiatra austríaco, Viktor Frankl: <em>“Entre o estímulo e a resposta existe um espaço. Nesse espaço, reside nosso poder de escolha. E da nossa resposta depende o nosso crescimento e liberdade”.</em></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/pulse/5-li%C3%A7%C3%B5es-da-natureza-sobre-competi%C3%A7%C3%A3o-e-coopera%C3%A7%C3%A3o-thomas-brieu/">*Clique neste <em>link </em>para ler o artigo completo:</a></p>
<p><strong> </strong><strong>4</strong>ª &#8211;<strong> Escutar o outro é escutar a si mesmo</strong></p>
<p>Em um mundo onde nunca tivemos tantas oportunidades de nos expor, o paradoxo é que a atenção e a escuta tornaram-se raras e, portanto, preciosas. Nossa atenção transformou-se em um bem econômico e alvo, inclusive, das multinacionais. Não são apenas os familiares, amigos e colegas de trabalho que procuram nossa atenção; publicitários, mídias sociais, políticos a disputam.</p>
<p>Nesse contexto, quem dá prova de escuta (e, consequentemente, de atenção), pode ser comparado àquele que, vivendo em terra de cegos, possui um olho. Isso porque ao fazer com que o outro se sinta escutado leva vantagem provocando conexão e conforto e ainda respondendo a uma carência estrutural do ser humano: sentir empatia.</p>
<p><em>“As pessoas esquecerão o que você diz […], mas, dificilmente, como você as fez sentir.” Carl. W. Buehner</em></p>
<p>Agora como dar prova de escuta? Minha experiência mostrou-me que, ao iniciarmos uma resposta utilizando as palavras exatas empregadas pelo outro, criamos um <em>rapport, </em>uma conexão<em>,</em> bem mais eficiente do que ao reproduzirmos os gestos do interlocutor. Além disso, a prova da escuta acontece quando somos capazes de verbalizar o que as palavras do outro provocaram em nós, como nos lembra o especialista em comunicação, Philippe de Lapoyade.</p>
<p><strong><em>Moral da história:</em></strong> Escutar o outro é escutar a si mesmo porque a prova de atenção acontece quando verbalizamos de forma assertiva, acolhedora e com inteligência emocional, o que as palavras do outro provocaram em nós.</p>
<p><strong>5ª &#8211; Externalizar a memória</strong></p>
<p>Já que nossa “configuração de fábrica” não está preparada para escutar tantas informações, não nos resta outra alternativa, a não ser externalizar a memória de curto prazo. Admito que seja muito útil utilizar o celular para gravar uma palestra ou uma aula, mas o mesmo não ocorre quando queremos construir uma negociação ou um diálogo, porque, nesses casos, a prova da escuta deve ocorrer em tempo real, sem a interrupção da conversa e, para isso, até hoje não achei melhor maneira do que anotar. O papel e a caneta são, a meu ver, os melhores aliados da escuta, a tal ponto que, muitas vezes, interrompi reuniões, porque não dispunha de algum deles.</p>
<p>Entretanto, sem conhecer as técnicas, o risco é grande de anotar aquilo de que não nos esqueceremos ou ainda de ficar com receio de perder a atenção do outro e a conexão visual.</p>
<p><strong><em>Moral da história:</em></strong> Aperfeiçoe suas técnicas de anotações*, separando as ideias do outro, com discernimento, sem interpretação, anotando inclusive suas próprias ideias para não interromper a fala do outro e esvaziar as suas próprias gavetas.</p>
<p><a href="https://dagora.net/curso-de-escutatoria-storytelling/">*Saiba mais sobre o seminário de escutatória.</a></p>
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		<title>A arte de escutar</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Mar 2017 19:06:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Escutar plenamente, respirar, dar a prova da nossa escuta, reaprender a falar para captar a atenção do outro. &#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escutar plenamente, respirar, dar a prova da nossa escuta, reaprender a falar para captar a atenção do outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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